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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Judiciário do Irã nega suspensão de pena de morte a Sakineh Ashtiani


(Estadão.com/Folha.com) O procurador-geral e porta-voz do Judiciário iraniano, Gholam Hussein Mohseni Ejei, negou que tenha sido suspensa a pena de morte imposta a Sakineh Mohammadi Ashtiani, insistiu que o processo ainda está em curso e que não existem novidades.

Essa declaração desmente informação de que, em carta à presidenta Dilma Rousseff, a deputada iraniana Zohre Elahian, presidente da comissão de direitos humanos do Parlamento, informou que a pena de enforcamento contra Sakineh, acusada de adultério e de planejar a morte do marido, havia sido suspensa em razão do perdão dos familiares da vítima.

Segundo a agência de notícias estatal Ilna, na carta, Elahian diz que Sakineh agora enfrentará 10 anos de prisão, após o perdão dado pela família da vítima e dos apelos feitos pelos filhos da iraniana. "A sentença de apedrejamento não tinha sido finalizada", disse Elahian na carta enviada a Dilma.

Posteriormente, um funcionário judicial regional, Malek Azhdar-Sharifi, repetiu a declaração da parlamentar, dizendo à agência Ilna que a sentença de apedrejamento não tinha sido oficializada, mas que agora Sakineh "terá de cumprir apenas 10 anos de prisão".

"Em outros trechos da carta divulgados neste domingo, Elahian fez duras críticas à presidente Dilma por suas declarações sobre a situação do país na área, segundo a agência oficial Ilna. (...) 'As pessoas que Dilma Rousseff denomina de presos políticos e de consciência são os que possuem registros de crimes de segurança contra o povo do Irã', disse Elahian, que é próxima ao presidente Mahmoud Ahmadinejad."

Dilma agradece carta, que não traz novidade sobre caso de Sakineh
Matéria divulgada pelo site Estadão.com informa que, em nota, a presidenta Dilma Rousseff agradeceu a carta e "os cumprimentos que recebeu da parlamentar por sua eleição à Presidência do Brasil e o interesse em contribuir 'para um diálogo construtivo entre os dois países sobre temas bilaterais e multilaterais'. (...) O entendimento do governo brasileiro, porém, segundo fontes da Presidência, é de que não há novidade na carta sobre o destino da viúva Sakineh Mohammadi Ashtiani."

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