A coleção História das Mulheres Negras: Passado, Presente e Futuro possui o objetivo de resgatar, valorizar e divulgar o papel e a importância das mulheres negras na sociedade brasileira, nas Américas e no mundo, pois sua contribuição foi negada na história oficial do Brasil durante anos.
Leia a cartilha através do site: http://afrika.org.br/str-web/
O Transatlântico do Conhecimento
quarta-feira, 30 de maio de 2012
10 Maneiras para uma infância sem racismo
1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos
de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e
pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças
enriquecem nosso conhecimento.
2. Palavras, olhares, piadas e algumas expressões podem ser desrespeitosas com outras pessoas, culturas e tr adições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer!
3. Não classifique o outro pela cor de pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.
4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apóie-o.
Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode
usufruir de seus direitos igualmente. Toda criança tem o direito a
crescer sem ser discriminado.
5. Não deixe de denunciar. Em
todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa junto ao
conselho tutelar, às ouvidorias dos serviços públicos, da OAB e nas
delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma
violação de direitos.
6. Proporcione e estimule a convivência
de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de
aula, em casa ou em qualquer outro lugar.
7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.
8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal
com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o
local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale
disso com seus colegas e supervisores.
9. Órgãos públicos de
saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de
atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você
pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade.
Valorize as iniciativas nesse sentido.
10. As escolas são
grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os
adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos
indígenas e da população negra e como enfrentar o racismo. Ajude a
escola de seus filhos a também adotar essa postura.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/ noticias/2010/11/29/ unicef-lista-dez-maneiras-de-co ntribuir-para-uma-infancia-sem -racismo.htm
Nomes Angolanos em UMBUNDU
Lista de nomes em lingua umbundo. A lista feita pelo Huambo Digital.

- CASANDI -
Deriva de “okusandjilia”, procurar. Significa não procurar. Sentido:
tudo o que querer vem ter com ele, não precisa de procurar.
- CHACOCO -
Deriva de “tcha kwokwo”, que quer dizer por ele mesmo, de suas mãos.
Sentido: batalhador, lutador, aquele que alcança os seus objectivos
lutando por eles.
- CAVITA -
Deriva de “ovita”, que quer dizer problema. Significa de problema,
problemático. Será o nome que se dá àquele que nasce quando há conflito
entre os seus progenitores?
- CHICA (TCHIKA) - Aquele que se habitua ou se adapta com facilidade.
- EPALANGA - Deriva de “epalanga liange”. Significa meu amigo e companheiro.
- ELAVOKO -
Significa esperança, por ter nascido na véspera do Natal ou porque
antes do seu nascimento faleceram muitos outros filhos do mesmo casal.
- EKUMBI - Sol.
- HOSSI - Deriva de “ohosi”, leão. Nome próprio do gémeo que nasce em segundo lugar, quando forem todos do sexo masculino.
- HANDANGA -
Significa reinar no lugar da mulher. Quando um rei ou soba morresse sem
sobrinho nem filho e tivesse apenas como herdeiro uma filha casada,
sucedia-lhe esta e esta, por sua vez, declinava a responsabilidade ao
seu marido.
- KASOMA - Deriva de “osoma, osoma itito”. Nome dado ao chefe de uma aldeia ou ao parente de “osoma”.
- KAPIÑGALA - Herdeiro, substituto, sucessor.
- KASINDA - Nome próprio de quem nasce logo depois de gémeos, independentemente do seu sexo.
- KAPUKA - Deriva de “okapuka”. Nome de uma planta antídoto de veneno. Sentido: curador, salvador.
- KAVINOQUEKA - Significa nada me cinge.
- KALUNGA - Mar.
- KAHOSI -
Deriva de “ohosi”, leão mais o prefixo “ka”, que serve de diminutivo ou
partícula negativa. Sentido: leão pequeno ou pequeno leão.
- KALEYI - Substituto ou representante do “osoma”.
- KALITANGI - Deriva de “walitanga ohopa”. Nome dado a uma criança, sem distinção de sexo, quando traz o umbigo enrolado ao corpo.
- KALUMBU -
Deriva da palavra “elumbu”, que quer dizer surpresa. Dá-se este nome à
criança quando a mãe concebeu num período irregular do ciclo menstrual,
isto é, nos primeiros meses posteriores ao parto, enquanto ainda
amamenta. Sem contar com o ciclo menstrual, apercebe-se que está de novo
grávida.
- KANDIMBA - Deriva de “ondimba”, coelho. Este nome é símbolo de esperteza e astúcia.
- KANGUYA - Deriva de “onguya”, agulha mais o prefixo “ka”. Significa pequena agulha.
- KAPITANGO -
Deriva de “kapiti etango”, aquele que não passa em vão. Sentido:
anunciador, núncio. É também o nome de um cogumelo comestível depois de
seco e cozido.
- KASOVA - Deriva
do verbo “okusoveka”, alternar. Normalmente dá-se este nome à criança
que nasce depois de dois, três ou mais de sexo oposto ao seu.
- KATANYA - Nome que se dá à criança que ficou órfão de pai antes da sua nascença.
- KULEMBE -
Deriva de “okulembeleka”, consolar. Significa consolação após uma longa
espera; finalmente nasce aquele que vem trazer o consolo, a alegria na
família.
- KUSUMWA - Deriva de
“esumwo”, desgraça. Nome dado ao filho que nasce depois de dois ou três
ou mais anos depois do casamento ou ainda pode se dar à criança que
encontra algum desentendimento entre os pais.
- KANGANDJO - Deriva de “ngandjo”, cubata. Será por ter nascido numa cubata?
- KUMOLA - Aquele que prevê, vidente.
- KATCHIKUKUVANDA - Não sabe onde vai, indeciso, sem norte.
- LUVINDA - Amarrador, trançador. É também o nome da armadilha que se faz entrançando o capim.
- LUSATI -
Deriva de “olusati”, resto de um milheiro cortado em crescimento e sem
possibilidade de crescer nem de morrer. Nome dado à criança que nasce
sem ter encontrado o seu pai, por pré-morte deste ou ainda àquela
criança que, alem d perder o pai, venha também a perder a mãe logo o
parto.
- MOKO - Deriva de “omoko”, faca.
- MUHONGO -
Nome que é atribuído à criança que, independentemente do sexo, nasce
para alem do período considerado normal para uma gravidez, que pode
alcançar 14 ou 15 meses. Por isso mesmo, o seu nascimento constitui uma
surpresa até ao dia do parto.
- MULUNGO - Deriva de “omulungu”, órfão de pai e mãe logo à nascença.
- MUNGA - Celestial, anjo, justiceiro, testemunha.
- NGEVE - Deriva de “ongeve”, hipopótamo. Nome atribuído ao gémeo que nasce em segundo lugar, quando for do sexo feminino.
- NJAMBA - Deriva de “onjamba”, elefante. Nome dado ao primeiro filho que nasce de um parto de gémeos, indistintamente do sexo.
- NGONGO - Deriva de “ongongo”, farol. Significa orientador.
- NAMBUNDI -
Deriva de “ombundi”, nome de um arbusto das savanas cujas raízes servem
para fazer fermentar a “otchisangwa” (bebida tradicional feita de
farinha de milho). Será por negociar o “ombundi”?
- NDAVOKA - Deriva do verbo “okulavoka”, esperar. Significa esperado.
- NANGOMBE -
Deriva de “ongombe”, boi mais o prefixo “na”, mãe de. Literalmente,
traduz-se em “mãe do boi”. Sentido: nome que se atribui ao proprietário
de um certo número de cabeças de gado, como símbolo da sua riqueza.
- NATULA - Nome comum para as mulheres ousadas, autoritárias e matronas.
- NATUMBU - Deriva de “utumbu”, farelo. Será por fabricar aguardente à base de farelo?
- NAVIMBI -
Deriva de “otchivimbi”, morto e do prefixo “na”, mãe de. Será que é o
nome atribuído à mulher cujos filhos nascem mortos ou não sobrevivem por
muito tempo?
- NAVITA - Deriva de “ovita”, guerra mais o prefixo “na”, mãe de. Será porque a sua presença a fonte de conflitos na comunidade?
- NDALA -
Deriva de “ondala”, espécie de víbora. Nome de uma cobra voadora das
montanhas, que ataca mortalmente os homens e animais a partir da cabeça.
Sentido: nome utilizado como alcunha por chefes, com o objectivo de
destacar a sua acção.
- NDUMBU - Deriva de “ondumbu”, leão. Sentido: baluarte, protector.
- NGONGA - Deriva de “ongonga”, falcão.
- NASSOMA - Rainha.
- PAKISI -
Nome que se dá a uma criança que nasce órfão de pai e depois, a mãe,
sem meios para a sustentar, abandona-a e ela é recolhida por alguém que a
encontre.
- SONEHÃ - Deriva do verbo “okusonehã”, escrever.
- SASONDE - Nasceu no momento em que há problemas entre o casal.
- SINJEKUMBI - Aquele que espera pelo nascer do sol.
- SAMAHINA -
Deriva de “omahini”, leite azedo. Será que é o nome que se dá à criança
porque a mãe durante a gravidez se alimentou a base de leite azedo?
- SANDAMBONGO -
Nome que se dá à criança que teria nascido numa altura em que o pai se
encontrava em viagem de negócio ou preocupado em conseguir algum
dinheiro para uma necessidade pontual.
- SAPALO - Nome que se dá às crianças que nascem no Sábado.
- SAVIMBI - Deriva de “otchivimbi”, morto mais o prefixo “sa”, pai de.
- TCHIKUKUMA - Deriva de “tchikukuma tchitulatula”, pessoa que facilmente se irrita e com a mesma facilidade recupera o humor.
- TCHILEPUE- Cauteloso, lento, vagaroso.
- TCHOPELONGA - Tradução literal, do prato. Sentido: só faz o que lhe diz respeito.
- TCHILOMBO -
Nome que se dá à criança cuja mãe concebeu sem ser iniciada e deu à luz
quando ainda se encontrava na iniciação. Dá-se também este nome quando
alguém nasce num acampamento “otchilombo”: de guerra, de caça, de
comércio, etc; sedentária.
- TCHIMUKU - Deriva de “omuku”, rato. Tchimuku refere-se a um grande rato (ratazana).
- TCHIPENDA - Deriva do verbo “okupenda”, abrir caminho. Sentido: timoneiro, líder, condutor.
- TCHIPILIKA - Deriva do verbo “okupilika”, insistir. Sentido: perseverante, teimoso.
- TCHITEKULO - Benfeitor. Pessoa bondosa e prestável.
- TCHITULA -
Nos tempos em que os povos eram nómadas, não lhes era possível
construir casas com carácter definitivo. Construíam, sim, cubatas de
capim, porque a qualquer momento teriam de se deslocar para outra
localidade. Quando se fixassem numa nova zona, a primeira criança que
ali se nascesse, naquelas condições provisórias e precárias, lhe era
atribuído o nome de Tchitula.
- TCHITWE -
Deriva do prefixo “tchi”, partícula aumentativa (grande) mais a palavra
“utwe”, cabeça. Literalmente traduz-se cabeça grande. Por alegoria
significa chefe, timoneiro, homem de vasta cultura.
- TCHIVINDA - Deriva de “otchivinda”, ferreiro.
- VITI - Árvore, pau.
- VITULO - Sorteado.
- WELEMA - Deriva de “owelema”, escuridão. Será que se atribui este nome por a criança ter nascido de noite?
terça-feira, 29 de maio de 2012
100 maneiras de usar o Facebook em sala de aula
Há inúmeras maneiras de usar a rede social
mais popular do mundo em sala. Veja 100 dicas para que suas aulas fiquem
mais dinâmicas e conquistem seus alunos
Faça um intercâmbio online com alunos de outros países ou regiões, compartilhe atividades e experiências
O Facebook é a maior rede social
do mundo: atualmente, conta com mais de 900 milhões usuários. Mesmo que
você não tenha um perfil nela, deve perceber a popularidade em conversas
com seus alunos e colegas. Os jovens inserem a internet em todas as
áreas de sua vida, e costumam utilizar a rede inclusive para buscar
conteúdos educacionais e ferramentas de aprendizado. Com o tempo, o
Facebook tem aberto cada vez mais portas para que as
escolas e professores possam usá-lo para melhorar a educação e, principalmente, a comunicação com seus alunos.
» Uso das mídias sociais aumenta entre professores
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Aproveite 100 dicas e use o Facebook em sala de aula:
Facebook em sala de aula: dicas para utilizar os recursos do Facebook
1- Peça informações: Ao invés de utilizar a Wikipédia, procure por especialistas
que tenham perfil na rede e possam ajudar você. Além disso, você pode
se comunicar com os pais de seus alunos, especialmente quando forem
menores, e pedir ou fornecer informações sobre eles.
2- Veja vídeos-aula: Diversas universidades de vários países diferentes disponibilizam vídeos de aulas ou palestras em suas páginas online.
3- Museus:
Indique páginas de museus, galerias de arte e exibições para que seus
alunos possam enriquecer ainda mais o uso do Facebook e entrem em
contato com diferentes conteúdos educacionais.
4- Contato pessoal: os estudantes podem entrar em contato
com parentes distantes para fazer pesquisas genealógicas ou com
personalidades locais para discutir matérias tratadas em sala de aula.
5- Falar com autoridades: Políticos, governantes e outras instituições
também podem ser contatadas pelos alunos para despertar a participação
política e o ensino de valores de cidadania e democracia.
6- Jogos Educacionais: Muitos dos jogos disponíveis no Facebook são educacionais. Você pode estabelecer metas e fazer um campeonato interno entre os alunos.
7- Pesquisas: É comum que os professores solicitem entrevistas ou
pesquisas com o público aos estudantes. Você pode levar essa pesquisa
para a rede social e aumentar ainda mais o alcance da investigação.
8- Aplicativos: O Facebook disponibiliza várias ferramentas que você pode adotar para aumentar a dinâmica em sala de aula.
Facebook em sala de aula: dicas para projetos e tarefas
9- Desafios: Como em uma classe, você pode participar de desafios,
competições e gincanas feitas por instituições educacionais e outras
companhias.
10- Livros: peça para que os alunos compartilhem no Facebook suas opiniões e análises sobre os livros que você pediu para lerem.
11- Consiga apoio: Se sua escola está passando por uma restrição de
recursos você pode divulgar as causas no Facebook e procurar por
recursos e apoios, seja financeiro ou não.
12- Nota extra: Organize uma pequena gincana com os alunos e passe
atividades relâmpago pela rede social para que eles realizem dentro de
um prazo limitado. Além disso, você pode postar atividades extras, sem
que haja limitação de tempo ou gincana.
13- Notícias: Se você for professor de geografia,
por exemplo, e estiver tratando de geopolítica, pode pedir aos alunos
que reúnam as principais matérias sobre o tema e compartilhem em suas
páginas para gerar discussões e debates. As mais comentadas poderão
virar assunto em sala de aula para maior desenvolvimento.
14- Documentar: Em aulas de biologia onde os alunos estudam o
desenvolvimento das plantas, você pode montar um projeto de documentação
desse projeto. A cada dia, ou uma vez por semana, o aluno conta sobre
sua plantinha e como ela está se desenvolvendo.
15- Habilidades: use o Facebook para ensinar habilidades como fazer contatos e colaborações.
16- Fazer aplicativos: alunos de ciências da computação ou informática mais avançada podem desenvolver aplicativos para a escola dentro da rede social.
17- Criar conteúdos: No Facebook, é muito fácil criar e compartilhar
conteúdos. Peça aos seus alunos que desvendem essas ferramentas e as
utilizem para aplicar as matérias aprendidas em aula.
18- Causas: a rede social possibilita a criação de grupos para defender
causas. Estimule seus alunos para que se reúnam e façam um movimento,
projeto, etc. Eles podem procurar por problemas nas áreas em que vivem
ou ao redor da escola.
19- Brainstorm: os estudantes podem usar a página da escola ou o grupo da sala para ter ideias e fazer reuniões online de
brainstorm.
20- Diários: os alunos podem postar anotações de seus diários online e dividi-los com a classe e seus amigos.
21- Caça ao tesouro: desenvolva uma gincana com a sala. Faça um caça ao tesouro online e divida a turma em grupos.
22- Clube do livro: fomente a leitura por meio da criação de clubes do livro online.
23- Etiqueta online:
dê dicas e instruções sobre como se comportar online, segurança na
internet, como evitar fraudes e golpes, como funciona a polícia em
crimes cibernéticos e como denunciar possíveis abusos e outros crimes
online.
24- Galeria online: os alunos podem reunir diversos conteúdos,
artísticos ou não, e desempenhar o papel de curadores a partir de
determinado tópico.
25- Exercícios: em épocas de prova, você pode postar exercícios e atividades para que os alunos pratiquem os conteúdos que serão cobrados.
26- Perfis falsos: em aulas de história, por exemplo, você pode pedir que os alunos criem perfis falsos de personagens históricos, como Napoleão Bonaparte.
27- Resumos: ao pedir a leitura de livros ou textos mais extensos,
solicite aos alunos que postem online resumos sobre as obras ou críticas e análises.
28- Notícias da escola: peça aos alunos que sirvam como fontes de
notícias e postem na página da escola ou da sala quais são os próximos
eventos ou provas. Você pode separar uma pessoa específica para essa
função.
Facebook em sala de aula: dicas de compartilhamento
29- Transfira o blog: se sua sala possui um blog,
transfira-o completa ou parcialmente para o Facebook. Dessa forma, os
alunos poderão compartilhar os conteúdos de maneira mais interativa e
prática.
30- Envolva os pais: Não são apenas os estudantes que podem se envolver
nos projetos. Compartilhe as iniciativas com os pais e responsáveis dos
alunos, reforçando ainda mais a relação e responsabilidade dos pais com a
educação dos filhos.
31- Dia do bichinho: Para descomplicar uma situação presencial, você
pode fazer o “Dia do bichinho de estimação” online. Peça aos alunos que
enviem fotos de seus animais e algumas informações, com histórias
curiosas sobre eles.
32-Vídeos: você pode armazenar vídeos de aulas, palestras ou outros conteúdos relevantes para criar uma videoteca virtual acessível para os alunos e pais.
33- Álbuns de fotos: Quando houver passeios ao zoológico ou outros
locais, você pode criar álbuns com as fotos da excursão e compartilhar
com os estudantes.
34- Vocabulário: Você ou toda a sala (organize um cronograma
primeiramente) podem postar palavras diferentes ou difíceis com as
definições para aprimorar o vocabulário da turma.
35- Gráficos: peça aos pais e/ou alunos que compartilhem informações
sobre seus hábitos e características pessoais ou preferências. A partir
disso, você pode criar gráficos informativos que servem de apoio para as
aulas.
36- Perguntas: O Facebook disponibiliza a ferramenta de perguntas, que
pode ser muito útil, tanto para os alunos quanto para os professores.
Você pode criar enigmas ou deixar o aplicativo disponível para que os
alunos tirem dúvidas online.
37- Outros arquivos: você pode armazenar fontes, links úteis, apresentações em PowerPoint no grupo da sala ou na página da escola.
38- Conteúdo educacional: conteúdos que estão sendo tratados na sala
podem ser enriquecidos com outras informações online, como vídeos-aula,
etc.
Facebook em sala de aula: dicas de colaboração e discussão
39- Feedback: se você tem ideias para atividades ou tarefas diferentes e
gostaria de saber a opinião dos alunos, peça que eles compartilhem
online.
40- Escrita colaborativa: Você pode montar uma atividade de escrita colaborativa onde cada aluno faz parte do texto. O resultado pode ser um pequeno livro ou apostila.
41- Canal: para públicos maiores, você pode organizar uma fórum de
discussão em tempo real, enquanto os conteúdos são transmitidos em sala
ou depois.
42- Idiomas: conecte seus estudantes com pessoas de todo mundo. Se você é professora de inglês
ou espanhol e possui amigos do exterior que falam essas línguas,
organize bate papos para que os estudantes possam praticar os idiomas.
43- Participação: para alunos que são mais tímidos ou não gostar de
falar em público, você pode organizar atividades de participação online,
onde eles se sintam mais a vontade para interagir.
44- Grupos de estudo: os alunos podem montar grupos online das equipes
de trabalho ou de estudo para se organizarem mais facilmente.
45- Opinião: você irá fazer uma sessão de cinema ou alguma outra atividade e possui várias opções de escolha de filme? Peça aos alunos que escolham em uma pesquisa online.
46- Estudantes formados: procure os perfis de alunos que já estão
formados para que compartilhem suas experiências acadêmicas e
profissionais com os alunos.
47- Notas: nessa ferramenta, os alunos podem compartilhar os trabalhos ou textos e receber a opinião dos colegas e dos professores.
48- Mundo: faça um intercâmbio online com alunos de outros países ou regiões, compartilhe atividades e experiências.
49- Outros professores: discuta essas ideias em grupos de professores, seja da mesma escola ou área de ensino.
50- Ajuda na lição: os estudantes podem ajudar uns aos outros por meio
dos grupos de Facebook, com a sua supervisão para evitar plágios ou
outros erros.
51- Palestras: encontre especialistas ou outros palestrantes para que
tragam conteúdos relevantes para a sala de aula, seja online ou
presencialmente.
Facebook em sala de aula: dicas de organização
52- Eventos: deixe os alunos informados e disponibilize um calendário online.
53- Grupos: se você é professor de diversas classes, organize essas turmas em grupos diferentes.
54- Aniversários: Use o Facebook como lembrete de aniversários, feriados e outras comemorações.
55- Relacionamento: em salas maiores pode ser mais difícil se relacionar
com cada estudante em particular. Você pode aproveitar o ambiente
online para conhecer melhor seus alunos.
56- Mantenha-s atualizado: Seus e-mails
podem ser ignorados, mas você pode manter o controle de quem leu seus
recados pedindo aos alunos de “curtam” aquilo que você postar.
57- Reconhecimento: quando uma classe ou aluno alcança alguma meta ou resultado relevantes você pode dar reconhecimento e motivação online para que todos se sintam considerados.
58- Recados: Ao invés de distribuir recados e autorizações em papel,
disponibilize-os online e peça aos pais que imprimam em casa, garantindo
maior retorno.
59- Debates: Se você não tem tempo suficiente para continuar um debate em aula, leve-o para o grupo da sala online e continue a discutir as ideias.
60- Avisos urgentes: caso ocorra algum imprevisto, você pode comunicá-lo
para pais e alunos, tanto na página da escola quanto no grupo da sala.
61- Fique de olho: Alunos que não entregam a lição por que ficaram sem internet podem ser avaliados de acordo com o histórico no Facebook.
62- Mapa: em aulas de geografia, peça aos alunos que compartilhem fotos, informações e mapas de seus locais preferidos.
63- Pais: os pais podem manter-se conectados para saber o que acontece em aula e quais são as próximas provas ou projetos.
64- Provas: pergunte aos alunos como eles acham que foram nas provas e
quais suas opiniões sobre as questões levantadas nos testes.
65- Atualizações: Durante trabalhos ou projetos, você pode se manter atualizado sobre o desempenho dos alunos, perguntando como eles estão e quais são as principais dificuldades encontradas.
66- Participação em aula: Aumente a interação e permita que os alunos
façam observações, comentários e perguntas online durante a aula.
67- Carreira: conecte os alunos com pessoas especializadas em treinamento profissional e de carreira e com outros profissionais das áreas que eles desejam seguir depois da escola.
68- Recursos: Use a página no Facebook para levantar recursos para passeios ou outros projetos.
69- Páginas para os pais: é uma excelente oportunidade de conectar pais e
professores de maneira prática e eficiente, sem burocracias.
70- Interesses: Encontre quais são as novas tendências e interesses dos alunos e procure inseri-los em classe para aumentar o envolvimento.
71- Concursos: envolva os alunos em concursos que coloquem em prática os
conteúdos aprendidos na aula. Você pode permitir que estudantes de
outras turmas ou de fora da escola também participem.
72- Lembretes: alunos ausentes podem ser lembrados das aulas e atividades para que não percam notas.
73- Assuntos: preste atenção nas conversas e debates online (não apenas
da sala, mas em geral) por que estes botem gerar assuntos para discussão
em sala de aula.
74- Prazos: Mesmo disponibilizando calendários você pode lembrar os alunos com recados sobre as próximas entregas.
75- Livros: Marque livros para download que os alunos podem utilizar para leitura complementar ou obrigatória.
76- Instruções: deixe instruções para trabalhos disponíveis online para consulta.
77- Celebre: quando determinados projetos forem finalizados, você pode
celebrar o desempenho da sala ou determinado grupo ou pessoa.
Facebook em sala de aula: dicas de aplicativos e grupos
78- Cursos: esse aplicativo permite a administração de cursos no Facebook.
79- CiteMe: os alunos podem usar esse aplicativo para fazer citações de maneira adequada.
80- Booktag: Compartilhe livros e peça que os alunos comentem nesse aplicativo.
81- Universidades: as universidades possuem páginas online que facilitam o acesso de futuros estudantes e informações.
82- Calendar: esse é o aplicativo que permite a criação de calendários online.
83- Knighthood: Esse jogo promove a prática da leitura de maneira divertida e dinâmica.
84- Mathematical Formulas: os professores de matemática podem passar
esses recursos para os alunos estudarem fórmulas e soluções.
85- Sebos: procure por grupos de sebos ou outras lojas para que os alunos possam adquirir materiais mais baratos.
86- Webinairia: capture vídeos para sua aula.
87- JSTOR Search: artigos e conteúdos acadêmicos podem ser procurados nesse aplicativo.
88- Homework Help: esse aplicativo oferece ajuda para alunos em suas lições de casa. Por ser em inglês, pode ser usado nas tarefas de inglês.
89- Word of the Day: use essa ferramenta como fontes para encontrar palavras ou dias históricos e compartilhar com os alunos.
90- Zoho Online Office: Compartilhe e armazene documentos nesse aplicativo.
91- Notely: Muito bom para fins educacionais, ele é usado para organizar documentos e notas.
92- Language Exchange: ajuda seus alunos a se conectarem com línguas estrangeiras e praticarem.
93- Typing Test: aplicativo que ajuda os estudantes a desenvolver suas habilidades de digitação.
94- Quiz Monster: essa ferramenta ajudar você a montar questionários online.
95- Grupos de estudo: esse aplicativo foi desenvolvido para criar o ambiente perfeito para grupos de estudo.
96- Notecentric: encoraje os alunos a fazer e compartilhar anotações usando esse aplicativo.
97- Slideshare: compartilhe apresentações, documentos, fotos e outros conteúdos por meio dessa ferramenta.
98- WorldCat: Essa ferramenta permite que você faça pesquisas, partilhe fontes e mais.
99- Hey Math! Challenge: Esse aplicativo ajuda os alunos a entender conceitos de matemática mais complexos.
100- Flashcardlet: Com essa ferramenta você criar seus próprios cartões de estudos para que os alunos usem na hora dos estudos.
Fonte: http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/05/25/936671/100-maneiras-usar-facebook-em-sala-aula.html
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Nelson Mandela
Nelson Rolihlahla Mandela nasceu em 18 de julho de 1918, na cidade de Qunu, na África do Sul. Passou a infância na região de Thembu, antes de se formar em Direito. Mandela foi um guerreiro na luta pela liberdade e o principal representante do movimento antiapartheid, tornando-se um importante líder político. Todavia, era considerado um terrorista pelo governo sul-africano.
Em 1990, foi-lhe atribuído o Prêmio Lênin da Paz, sendo recebido em 2002. Na África do Sul também é conhecido como 'Madiba', um título honorário adotado por membros do clã de Mandela. Entre 1994 e 1999, Mandela, como ficou conhecido no mundo, foi eleito presidente da África do Sul.
O que é o apartheid
Apartheid – apartar - na língua africana significa "vidas separadas". Era um regime segregacionista que negava aos negros da África do Sul os direitos sociais, econômicos e políticos.
Embora a maioria da população fosse constituída de negros, a segregação vinha se mantendo na África do Sul desde o século 17, época em que a região foi colonizada por ingleses e holandeses. O governo era controlado pelos brancos, que criavam leis e governavam apenas para os interesses dos brancos. O termo só passou a ser usado legalmente em 1948.
Luta contra o apartheid
Ainda estudante de Direito, Mandela começou sua luta contra o regime do apartheid. No ano de 1942, entrou efetivamente para a oposição, ingressando no Congresso Nacional Africano (movimento contra o apartheid). Em 1944, participou da fundação, junto com Oliver Tambo e Walter Sisulu, da Liga Jovem do NCA, conhecido no Brasil pela sigla portuguesa: CNA Congresso Nacional Africano.
Durante toda a década de 1950, Nelson Mandela foi um dos principais membros do movimento anti-apartheid. Participou da divulgação da “Carta da Liberdade”, em 1955, documento pelo qual defendiam um programa para o fim do regime segregacionista.
Mandela sempre defendeu a luta pacífica contra o apartheid. Porém, sua opinião mudou em 21 de marco de 1960. Neste dia, policiais sul-africanos atiraram contra manifestantes negros, matando 69 pessoas. Esse dia, conhecido como “O Massacre de Sharpeville”, fez com que Mandela passasse a defender a luta armada contra o sistema.
Em 1961, Mandela tornou-se comandante do braço armado do CNA, conhecido como "Lança da Nação". Passou a buscar ajuda financeira internacional para financiar a luta. Porém, em 1962, foi preso e condenado a cinco anos de prisão, por incentivo a greves e viagem ao exterior sem autorização. Em 1964, Mandela foi julgado novamente e condenado à prisão perpétua por planejar ações armadas.
Em junho de 1967, foi sentenciado à prisão perpétua por planejar ações armadas.
Na prisão, Mandela enviou uma declaração para o CNA, - Congresso Nacional Africano - que chegou ao público em 20 de junho de 1980, em que dizia: "Unam-se! Mobilizem-se! Lutem! Entre a bigorna, que é a ação da massa unida. e o martelo, que é a luta armada, devemos esmagar o apartheid!"
Mandela permaneceu preso de 1964 a 1990.
Nesses 26 anos, tornou-se o símbolo da luta anti-apartheid na África do Sul. Mesmo na prisão, conseguiu enviar cartas para organizar e incentivar a luta pelo fim da segregação racial no país. Nesse período de prisão, recebeu apoio de vários segmentos sociais e governos do mundo todo. Em 11 de fevereiro de 1990, graças à campanha do CNA e à pressão internacional, Mandela foi libertado por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk. O CNA também foi tirado da ilegalidade.
Em 1993, Nelson Mandela e o presidente Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz, pelos esforços em acabar com a segregação racial na África do Sul.
Em maio de 1994, tornou-se o presidente da África do Sul. Ressalte-se que foram as primeiras eleições multirraciais do país. Ele se uniu às personalidades do CNA, e também a representantes de linhas políticas para governar. Governou até 1999, sendo responsável pelo fim do regime segregacionista no país e também pela reconciliação de grupos internos.
Com o fim do mandato de presidente, Mandela afastou-se da política, dedicando-se às várias organizações sociais em prol dos direito humanos. Recebeu, ao longo desses anos, diversas homenagens e congratulações internacionais pelo reconhecimento de sua vida de luta pelos direitos sociais. Entre elas a luta contra a AIDS.
Em junho de 2004, aos 85 anos, retirou-se da vida pública. Embora sua saúde esteja muito frágil nestes últimos anos, ele vem mantendo o seu compromisso em lutar contra a AIDS.
Em junho de 2008, foi homenageado com um grande show em Londres, por ocasião de seus 90 anos. Participaram do evento cantores mundialmente conhecidos.
Embora enfraquecido pela doença, Mandela estava exuberante e pretendia comparecer à abertura da Copa da África do Sul, a primeira a ser realizada no continente africano, no dia 12 de junho. Porém, na véspera da abertura, de madrugada, a sua bisneta, Zenani Mandela, de 13 anos, morreu num acidente de carro. E Nelson Mandela não pôde comparecer à festa.
Casamentos, separações e aposentadoria
Mandela casou-se três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, de quem se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois casou-se com Winie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.
Dia Internacional de Nelson Mandela
- A partir de 2010, será celebrado em 18 de julho de cada ano, o Dia Internacional de Nelson Mandela. A data foi definida pela Assembléia Geral da ONU e corresponde ao dia de seu nascimento.
Algumas frases de Nelson Mandela
- “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”
- “Democracia com fome, sem educação e saúde para a maioria é uma concha vazia."
- "Sonho com o dia em que todas as pessoas levantar-se-ão e compreenderão que foram feitas para viverem como irmãos."
- "Uma boa cabeça e um bom coração formam uma formidável combinação."
- "Não há caminho fácil para a Liberdade."
- "A queda da opressão foi sancionada pela humanidade e é a maior aspiração de cada homem livre."
- "A luta é a minha vida. Continuarei a lutar pela liberdade até o fim de meus dias."
- “O bravo não é quem não sente medo, mas quem vence esse medo.”
- “Não há nada como regressar a um lugar que está igual para descobrir o quanto a gente mudou.”
"Se quiser fazer as pazes com o seu inimigo, você tem que trabalhar com ele. Daí, ele se torna seu parceiro."
"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."
terça-feira, 22 de maio de 2012
Documentário Abdias, Raça e Luta
Assistam o documentário pelo site da Tv Senado, acessem o link abaixo:
http://www.senado.gov.br/noticias/tv/programaListaPadrao.asp?txt_titulo_menu=Document%E1rios&ind_programa=N&cod_programa=3
http://www.senado.gov.br/noticias/tv/programaListaPadrao.asp?txt_titulo_menu=Document%E1rios&ind_programa=N&cod_programa=3
sábado, 19 de maio de 2012
Programação especial marca a Semana da África na TV Brasil
Entre
as atrações estão os inéditos Caminhos da Reportagem dedicado a
Quilombos e o Rede Jovem de Cidadania sobre Kora Brasil, um encontro
sonoro entre instrumentos de cordas de origem africana e a música
afro-brasileira. Também voltam ao ar os melhores momentos da primeira
temporada da série Nova África e o longa "Mama África", produção
brasileira de 2010, dirigida por Alê Braga.

![]() Rede Jovem de CidadaniaKora Brasil. O encontro sonoro entre o instrumento de cordas de origem africana e a música afro-brasileira
Segunda(21) - 17h30
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![]() Brasilianas.orgAs relações entre Brasil e África. Empresas brasileiras no continente africano e os novos arranjos internacionalizantes
Segunda(21) - 22h
|
![]() Nova ÁfricaA Ilha de Moçambique. Conheça a história da antiga Colônia portuguesa
Segunda(21) - 20h00
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![]() ExpediçõesQuilombo dos Palmares. A história dessa nação, criada por negros fugidos de engenhos e terra de Zumbi, é a atração do Expedições
Terça(22) - 19h30
|
![]() Nova ÁfricaA juventude em Moçambique. Perspectivas de vida dos jovens no país africano
Terça(22) - 20h00
|
![]() A TV Que Se Faz no MundoSenegal. Programas musicais fazem grande sucesso na televisão do país
Quarta(23) - 00h00
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![]() Nova ÁfricaZimbábue, que país é esse?. A luta pela posse da terra é um dos conflitos do país
Quarta(23) - 20h00
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![]() Nova ÁfricaVida dos Himbas na Namíbia. Um registro da diversidade de paisagens desse território de colonização alemã
Quinta(24) - 20h00
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![]() Caminhos da ReportagemQuilombos. Programa foi até a Bahia, Maranhão e Rio Grande do Sul para mostrar a luta e a resistência dessas comunidades
Quinta(24) - 22h00
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![]() Nova ÁfricaO Conflito entre Turismo e Ecossistema em Botsuana.. É possível o desenvolvimento sustentável na região?
Sexta(25) - 20h00
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![]() Nova ÁfricaO Povo San em Botsuana e o Povo Pigmei no Congo. Perseguição cultural e opressão econômica em Ruanda e Uganda
Sexta(25) - 22h00
|
![]() Programa de CinemaMama África. Filmado em dez países do continente, documentário mostra um pouco das muitas Áfricas que o mundo desconhece
Sexta(25) - 22h30
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![]() ExpediçõesQuilombo dos Palmares. A história dessa nação, criada por negros fugidos de engenhos e terra de Zumbi, é a atração do Expedições
Sábado(26) - 16h00
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![]() Nova ÁfricaO congo moderno e os acampamentos. Programa mostra as riquezas do país assolado pela guerra civil por mais de uma década
Sábado(26) - 20h00
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![]() DOC EspecialNelson Mandela. Um retrato da vida do líder africano e os episódios do fim ao apartheid
Domingo(27) - 22h30
|
Ver TV
A África no Brasil e o Brasil na África - vistos através da televisão. A realidade e a fantasia de lá e de cá mostradas na TV
Domingo(27) - 17h
Fonte: Blog Faça valer a lei 11.645/08
25 DE MAIO DIA DA ÁFRICA
A Prefeitura Municipal de São Francisco do Conde, através da
SEGOV/DEPIR – Departamento da Promoção de Igualdade Étnico Racial, em
parceria com Instituto Municipal Luiz Viana Neto, estará promovendo no
próximo dia 24 de Maio quinta feira as 09:00 manhã, uma Mesa Redonda que
abordará aspectos do : Brasil, África, Politica e Economia, o evento
fará parte das comemorações do Munícipio em Homenagem aoDia da África que é Comemorado em todo o Mundo no dia 25 de Maio,
Palestrantes:
Vilma Reis: Professora Socióloga, militante do Movimento negro, atualmente Coordenadora do Ceafro / Ceao/UFBA.
Hamilton Borges Walê: Poeta, Escritor, Ativista do movimento negro, atualmente é Coordenador do Movimento Quilombo X Ação Cultural Comunitária, Militante e Coordenador da Campanha Reaja.
Palestrantes:
Vilma Reis: Professora Socióloga, militante do Movimento negro, atualmente Coordenadora do Ceafro / Ceao/UFBA.
Hamilton Borges Walê: Poeta, Escritor, Ativista do movimento negro, atualmente é Coordenador do Movimento Quilombo X Ação Cultural Comunitária, Militante e Coordenador da Campanha Reaja.
Diana Costa: Professora e Históriadora especializada em Cultura Africana e Afro-Brasileira Militante da Luta pela Igualdade Racial e Assuntos Antidiscriminatórios.
Sérgio São Bernardo: Advogado, professor do curso de Direito da Universidade do Estado da Bahia - UNEB. Coordenador do curso de Extensão Universitária “ Direito e Relações Raciais, Ativista do Movimento Negro, Membro Instituto Pedra de Raio - IPR.
Ubiratan Castro de Araújo: Possui graduação em História pela Universidade Católica do Salvador (1970), mestrado em História - Université de Paris X, Nanterre (1973) e doutorado em História - Universite de Paris IV (Paris-Sorbonne) (1992). Atualmente é diretor geral da Fundação Pedro Calmon - Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil.
Serviço: Mesa Redonda – Brasil, África, Politica e Economia.
Data: 24 de maio quinta-feira – Hora: 09:00h
Local: Câmara Municipal de São Francisco do Conde
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Curso de formação (Ancestralidade, costurando e bordando a cidadania) palestrante Historiadora Diana Costa
Quinta-feira dia 10/05/2012 participei do curso de
formação (Ancestralidade, costurando e bordando a cidadania), esse curso
foi dirigido para jovens mulheres que almejam ser baianas de acarajé, o
evento foi realizado pela ABAM (Associação de Baianas de Acarajé e
Mingau) com parceria da SPM (Secretaria de Políticas para as Mulheres) e
teve como tema: A Importância das Organizações Sociais no enfrentamento
a violência de Gênero (Na perspectiva de mulheres negras).
Retratei a importância do
Movimento de Mulheres, a atuação das Organizações Sociais no
enfrentamento a violência contra a mulher, expliquei o que é violência
de gênero, tipos de violência, o papel das casas de acolhimento e
centros de referência e Lei Maria da Penha. Conversamos sobre
baixo-estima, dependência econômica, as dificuldades que as vítimas tem
em prover seu próprio sustento e dos seus filhos (as), as dependências
emocionais e a falta de perspectivas.
Abrimos uma roda de
diálogos, expliquei o que o Estado e o Judiciário nos assegura, o papel
das DEAM's, pontuei as 11 estratégias do II Plano Estadual de Políticas
para as Mulheres e dados estatísticos da violência que nós mulheres
sofremos, falei da importância da criação da SPM, mostrei que mesmo
estando asseguradas pela Lei Federal Maria da Penha o nosso país é o
sétimo em "FEMINICIDIO" num ranking de 84 países.
Finalizei fazendo um
recorte do perfil das mulheres do Séc. XXI, com sua dupla e tripla
jornada, realizam seus sonhos, são empreendedoras e sabem perfeitamente
que podem alcançar todos os seus objetivos.
Enfim, minha manhã foi maravilhosa, pois vi um novo brilho nos olhos daquelas mulheres.
Agradeço a Rita Santos (Presidente da ABAM) pelo convite.
#muitofelizmesmo
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