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sábado, 30 de julho de 2011
PRÊMIO PROFESSORES DO BRASIL
EUA devolvem peças arqueológicas da tumba de Tutancâmon ao Egito
Os 19 objetos devolvidos ficarão expostos no Museu Egípcio do Cairo.
Peças foram encontradas na tumba de Tutancâmon, descoberta em 1922.

O terror e as suas várias acepções
http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/o-terrorismo-e-as-suas-varias-acepcoes
LEI MARIA DA PENHA CHEGA AS ALDEIAS INDÍGENAS

sexta-feira, 29 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Um guia para você que tem vergonha de se assumir como feminista
Um guia para você que tem vergonha de se assumir como feminista
Fonte: Blogueiras Feministas | Blogueiras Feministas
Racismo sem Racistas
Por: Ana Maria Gonçalves
“Hoje em dia, com exceção de membros de organizações brancas supremacistas, poucos brancos nos Estados Unidos se proclamam “racistas”. A maioria dos brancos afirma que “não vê cor alguma, apenas pessoas”; que embora a face feia do racismo ainda esteja entre nós, não é mais fator central determinando as oportunidades de vida das minorias; e, finalmente, que, como Dr. Martin Luther King Jr, eles sonham em viver em uma sociedade na qual as pessoas sejam julgadas pelo caráter, não pela cor da pele. Mais incisivamente, a maioria dos brancos insiste que as minorias (especialmente os negros) são os responsáveis por “playing the race card” (expressão usada para apontar uso vitimizador e mal intencionado da diferença racial), por exigirem a manutenção de programas desnecessários e divisivos baseados em raças, como ações afirmativas, e por bradar “racismo” sempre que são criticados por brancos. A maioria dos brancos acredita que se os negros e outras minorias simplesmente parassem de pensar no passado, trabalhassem duro e reclamassem menos (particularmente de discriminação racial), então americanos de todas as cores poderiam viver em paz.”
O texto acima é o parágrafo inicial do livro Racism without racists, de Eduardo Bonilla-Silva, sobre o que nos EUA está sendo chamado de “color-blind racism”, ou apenas “color blindness” (algo como o racismo que não leva em conta a cor/raça). Este é apenas um dos muitos estudos publicados sobre esse novo tipo de racismo (para os norte-americanos) que, segundo Bonilla-Silva, é muito parecido com o racismo existente nos países caribenhos e latino-americanos, Brasil incluido. Esse tipo de racismo permite manter os privilégios dos brancos sem alarde, sem nomear aqueles a quem ele submete e aqueles a quem beneficia. Ele deu cobertura para que o ex-presidente Bush (filho), por exemplo, expressando a opinião de muitos norte-americanos, dissesse “Eu apoio enfaticamente todo tipo de diversidade, inclusive a diversidade racial no ensino superior”, ao mesmo tempo em que chamava o programa de ação afirmativa da Universidade de Michingan de “falho”, “inconstitucional” e “discriminatório” contra os brancos.
A universidade de Michigan usa um sistema de pontuação para aprovar seus candidatos, em uma escala que vai até 150 pontos. Se o aluno gabaritar o SAT (uma prova que geralmente envolve matemática, escrita e leitura crítica), ganha 12 pontos, ou 20, no caso de pertencer a alguma minoria. Bush, ao chamar esse sistema de injusto e inconstitucional, esqueceu-se de mencionar o tipo de ação afirmativa do qual se beneficiou, o “legacy admittee”. Através desse sistema, presente nas principais universidades norte-americanas, filhos de ex-alunos, quase todos brancos e ricos, têm preferência na admissão. Isso permitiu que Bush, um aluno média C durante o colegial e com um SAT de 180 pontos abaixo da média norte-americana, fosse admitido em YALE, uma das universidades mais disputadas e bem ranqueadas, seguindo os passos de Bush pai e Bush avô. Esse sistema preferencial ganhou força após a Primeira Guerra Mundial, sob um regime de segregação racial e quando os Estados Unidos estavam recebendo grande fluxo de imigrantes, e ainda hoje garante de 10 a 30% das vagas para filhos de ex-alunos. No livro The Shape of the river, os autores e ex-presidentes de Harvard e de Princeton admitem que os “legacy students” têm quase o dobro de chance de serem admitidos se comparados a alunos sem laços familiares anteriores com as instituições. Embora esse programa seja do tipo de reserva de vagas ele raramente foi citado ao lado de argumentos como “os alunos negros estão tirando vagas de alunos mais capacitados”. Talvez o “color-blind racism” impeça muitos de verem a cor dos privilegiados, assim como a dos desprivilegiados, afinal de contas, “we are all Americans”.
O “color-blind racism” permite que certos privilégios sejam mantidos na era pós Direitos Civis, sem que sejam vistos como tais, já que ninguém é impedido de entrar onde quiser, de frequentar as escolas para as quais se qualifica, de usar os banheiros públicos mais convenientes, de se casar com a pessoa pela qual se apaixona (embora mais de um terço dos norte-americanos desaprove os casamentos inter-raciais, porque estão preocupados com o bem-estar dos filhos dessas uniões), ou de ocupar qualquer acento vago nos ônibus, trens e metrôs. A eleição do primeiro negro presidente dos Estados Unidos da América, como afirmaram muitos americanos, inclusive negros, era a prova de que o país não era mais racista, que os negros não teriam mais desculpas para explicar as desigualdades sociais, políticas, culturais e econômicas em relação aos brancos. Era a prova, festejavam muitas mães negras, de que o “american dream” também estava disponível para seus filhos, que seriam os únicos responsáveis pelo próprio sucesso ou fracasso. Enfim, chegava ao país a tão sonhada democracia racial.
Em sua análise sobre a eleição de Obama, Bonilla-Silva diz que seu sucesso foi ter “adotado uma persona e uma política pós-racial. Ele se distanciou da maioria dos líderes dos Movimentos Civis, de seu próprio reverendo, de sua igreja e de qualquer um que o fizesse parecer “muito preto” e “muito político”. O que o fez ser visto pelos seus eleitores brancos como “o primeiro líder negro que eles se sentiam confortáveis em apoiar, porque ele não fala de racismo; porque ele os faz lembrar, sempre que tem a oportunidade, que é metade branco; porque ele é, nas palavras do senador Biden, (…), ‘o primeiro afro-americano influente que é articulado, inteligente, virtuoso e bem apessoado.’ ; porque Obama fala sobre unidade nacional; e porque ele, diferente de líderes negros odiados pelos brancos, como Jesse Jakson e Al Sharpton, não os faz se sentirem culpados pela situação das relações raciais no país.”
Acho interessante, principalmente, essa última frase, pois ela me remete ao significado do mito da democracia racial brasileira para a elite que estava tentando salvar o Brasil de seu destino de país condenado pela miscigenação, de seu racismo velado (na época, nem tanto) e segregador. O que me faz lembrar de uma entrevista de Gilberto Freyre ao JB, em 14/04/1979. Perguntado quem chegaria primeira à presidência da república no Brasil, o negro ou a mulher, ele respondeu: “O negro. Acho que ele tem mais possibilidades de chegar a essa culminância.” Gostaria que ele tivesse vivido para ver.; e que todos soubessem o casal Obama foi beneficiado por programas de ações afirmativas quando na universidade. Se Barack não tivesse recebido essa forcinha, quem seria hoje a presidenta dos EUA?
terça-feira, 26 de julho de 2011
A Presidenta Dilma visa retirar 9,6 milhoes de nordestidos da extrema pobreza
Também foi lançado o programa Água para Todos, para atender as famílias extremamente pobres que vivem em áreas rurais no semiárido. Com investimentos de R$ 756 milhões, o governo federal inicia neste ano a construção de 367 mil cisternas, das quais 140 mil já estão contratadas.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
25 de Julho - Dia da Mulher Afro Latino e Caribenha

O dia 25 de julho é um marco na história das mulheres negras. Este dia foi instituído em 1992 na República Dominicana, quando mulheres negras de mais de 70 países se reuniram para discutir estratégias de enfrentamento a opressão de gênero, étnico racial e seus desdobramentos, como o racismo, o sexismo e as demais desigualdades raciais e sociais.
Foi um momento histórico e importante que temos que comemorar, afinal avançamos em muitas conquistas, no entanto o Relatório das Desigualdades de Gênero - Mulheres, Poder e Decisão, nos lembra que 19 (dezenove) anos depois de instituído este dia no Brasil, as mulheres negras continuam sendo as mais prejudicadas pela desigualdade de uma sociedade dita democrática.
Os avanços são muito lentos, analisemos os dados abaixo:
- mulheres negras têm menor acesso aos exames ginecológicos preventivos: 37,5% nunca fizeram exame de mama (mulheres brancas 22,9%), 40,9% nunca fizeram mamografia (mulheres brancas 26,4%), 15,5% jamais fizeram o Papanicolau (mulheres brancas 13,2%);
- mães de crianças negras têm maior probabilidade de falecer por mortalidade materna. Morrem por dia cerca de 2,6 mulheres afrodescendentes por causas maternas (mulheres brancas, 1,5 por dia);
- mães de crianças negras têm menor acesso ao exame pré-natal, somente 42,6% fizeram mais de sete exames (mulheres brancas 71%), as mulheres negras também sofrem com atendimento discriminatório no sistema de saúde, mostrando a existência do racismo institucional.
As mulheres negras continuam sendo desrespeitadas em relação aos seus direitos básicos de viver com dignidade. A constituição de 1988 garante igualdade de direitos, mas infelizmente temos o desprazer de continuar sendo as maiores vítimas da falta de políticas públicas que atendam as nossas necessidades básicas.
Estamos ausentes nas políticas de saúde, ausentes nas políticas de educação, ausentes nas políticas de emprego e renda, ausentes nos espaços de representação da política. Com certeza precisamos nos organizar e discutir soluções para todos os problemas que nos aflige, caso contrário continuaremos conjugando o verbo da indignação, e este sozinho não vai resolver nossas questões urgentes.
Nós estivemos no juntas no dia 22 de julho comemorando este momento no Seminário de Políticas de Creches, que temos certeza trará benefícios concretos, como mais oportunidades de empoderamento e autonomia para mulheres negras e da periferia de Salvador.
A todas as mulheres negras desejamos um dia de alegria e comemoração, mas também um dia de muita reflexão, discussão e planejamento para que possamos lutar por nossos direitos de forma efetiva e alcançar a verdadeira igualdade e democracia racial.
Viva as Mulheres Negras! O segmento humano mais revolucionário do planeta.
sábado, 23 de julho de 2011
Casamento x inteligência feminina: o dilema de Hermione

Lembro que quando saiu o último livro, várias pessoas ficaram indignadas por Hermione ter um “final feliz”, se casando com Ron Weasley. Já ouvi várias coisas: que ela é inteligente demais pra ele, que ele é um idiota, que ela deveria ficar com Harry, que ela é nerd demais pra se casar. Podemos até chamar essa discussão de “dilema de Hermione”. Não porque ela tenha dúvidas, mas porque nós, fofoqueir@s de plantão, temos dúvidas por ela.
Indo para além da antipatia por Ron (que considero injusta), são bastante interessantes os comentários sobre o que deveria ser a vida afetiva de Hermione. Eles mostram que, embora cada vez mais mulheres estejam tendo acesso a altos estudos, na hora dos relacionamentos afetivos o estudo interfere contra a mulher. De certa forma, estamos repetindo velhos preconceitos machistas, que opõem a inteligência e os estudos das mulheres à satisfação emocional.
Em um mundo machista, o homem ocupar posição inferior à da mulher é uma tragédia. Não à toa, a maioria dos ditos populares sobre mulheres afirma que a esposa deve ser menos que o marido em termos de idade, altura, dinheiro e… inteligência. Afinal, a mulher inteligente não será boa esposa, pois terá habilidade suficiente para desafiar e mandar no marido.

Pelo menos nos livros, todos os personagens admiram e respeitam a inteligência de Hermione, e não há problema com quem ela escolhe para se relacionar. Ao final, ela escolhe Ron, e o máximo que ele tem a oferecer ao casamento é pertencer a uma família de sangue puro – o que, nas circunstâncias do final da série de livros, não tem importância alguma.
Pela ótica machista, o relacionamento entre Ron e Hermione é desigual, e ele está se rebaixando em relação a ela (mais pobre, menos inteligente, menos famoso). Porém, estamos julgando os livros repetindo os velhos padrões machistas, negando a possibilidade de um casamento “desigual” quando a mulher está em posição superior à do marido. E estamos negando a uma mulher o direito de ter vida afetiva quando é inteligente e gosta de estudar. E estamos negando a um homem não tão inteligente quanto a namorada o direito de se casar com ela sem ser xingado ou perder status por isso.
O dilema de Hermione, na verdade, é o dilema de qualquer mulher minimamente inteligente nos dias atuais. Ela é cobrada incessantemente: negam a ela o direito a vida afetiva, ou defendem a sua solidão até que encontre o parceiro “perfeito”, que necessariamente deverá ser mais que ela. Com isso, forçamos as mulheres a escolher entre estudar e cultivar a inteligência, ou ter vida afetiva. Essas não são situações opostas, e não deveriam ser tratadas dessa forma, pois limitam as possibilidades de felicidade das mulheres.
Fonte Cynthia Semíramis
Período Napoleônico: esquema e exercícios
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Quadro de Jacques-Louis David |
Trabalho com música: Período Napoleônico
Período NapoleônicoMúsica original: Diana (Jerry Adriani)Não te esqueças, por favor.Cônsul é Napoleão.Burguesia quem deixouE acabou revolução.E depois imperador, ele vai se transformar.E aumentar o poder da França.Homem (povo) nenhum pode comprar o inglês.E sem vender lá vão perder prosperidade.Mas Portugal comprou e João fugiu.E na Rússia tanto frio ninguém viu.Reunidos em Viena.Monarquia vai voltar.E acabar o poder da França.(Repete tudo)
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O Estatuto é pra valer! - artigo da Ministra Luiza Bairros
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Blog: Fonte Primária
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Dia Internacional Nelson Mandela
A medicina entre a ciência e a fé.
100 Filmes Que Você Precisa Assistir (Por Márcio Paim)

- MALCOLM – X
- UM GRITO DE LIBERDADE (A HISTÓRIA DE STIVE BIKO)
- PANTÉRAS NEGRAS (BLACK PANTER)
- A COR PÚRPURA
- MISSISSIPI EM CHAMAS
- A OUTRA FACE AMERICANA
- BELEZA AMERICANA (EXCELENTE CRÍTICA AO CAPITALISMO)
- ASOKA (A HISTÓRIA DA FORMAÇÃO DO IMPÉRIO INDIANO)
- SPARTACUS
- ALEXANDRE, O GRANDE
- TRÓIA
- MEU NOME É RÁDIO
- OS ACORRENTADOS
- FRIDA
- DIÁRIO DE MOTOCICLETA (A EXCURSÃO DE CHE GUEVARA NA AMÉRICA LATINA)
- O HOMEM QUE COPIAVA
- DIÁRIO DE UMA LOUCA (EXCELENTE FILME)
- CLEÓPATRA
- FIDEL
- RAY (A HISTÓRIA DE RAY CHARLES)
- PATRICE LUMMUMBA (SEM TRADUÇÃO PARA O PORTUGUÊS)
- FAÇA A COISA CERTA – SPIKE LEE
- FEBRE NA SELVA – SPIKE LEE
- DO QUE AS MULHERES GOSTAM
- JULIO CÉSAR
- CALÍGULA
- ALEIJADINHO
- CARANDIRU
- SHAFT (SAMUEL JACKSON)
- FILADÉLFIA
- CIDADE DE DEUS
- OS SETE PECADOS CAPITAIS
- OLGA
- DOMÉSTICAS
- ALÍ, O ETERNO
- O POÇO E O PÊNDULO (SOBRE A HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO)
- LUTERO (TAMBÉM SOBRE A HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO)
- CONDE DE MONTE CRISTO
- HUNRRYCANE, O FURACÃO (DENZEL WASHINGTON)
- HOTEL RUANDA
- FOREST GUMP, O CONTADOR DE HISTÓRIAS
- PEAL HABOR (HISTÓRIA DO BOBARDEIO JAPONÊS À BASE AMERICANA)
- NA ROTA DOS ORIXÁS
- QUILOMBOS DA BAHIA (ANTÔNIO OLAVO)
- A LISTA DE SCHINDLER
- O APRENDIZ
- COACH CARTER (SAMUEL JACKSON)
- OSAMA (SOBRE O REGIME TALIBÃ NO AFEGANISTÃO)
- TIROS EM COLUMBINE (MICHAEL MOORE)
- FIRERIGHT (MICHAEL MOORE)
- PELÉ, O ETERNO
- UM ATO DE CORAGEM (DENZEL WASHINGTON)
- PAIXÃO DE CRISTO (MEL GIBSON)
- TODOS ABORDO
- GLADIADOR
- UMA MENTE BRILHANTE
- AUGUSTUS
- DEUS É BRASILEIRO (COM ANTÔNIO FAGUNDES)
- VOLTANDO A VIVER (DENZEL WASHINGTON)
- HOMENS DE HONRA
- AMISTAD
- A QUEDA (AS ÚLTIMAS HORAS DE HITLER)
- INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.
- CHAMAS DA VINGANÇA (DENZEL WASHINGTON)
- SARAJEVO (A HISTÓRIA DA GUERRA DA BÓSNIA)
- O PIANISTA
- GLAUBER O FILME, LABIRINTO DO BRASIL
- A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO
- AS INVASÕES BÁRBARAS
- AS CRUZADAS
- BLUMAS DE AVALON
- JOANA D’ARC
- REDENÇÃO
- A PROCURA DA FELICIDADE
- FALA TU
- ELAS ME ODEIAM , MAS ME QUEREM. (SPIKE LEE).
- NASCIDOS EM BORDÉIS.
- NAUREMBERG
- CRASH, NO LIMITE.
- MAR ADENTRO.
- BAGDÁ CAFÉ
- 8 MILES
- EM MINHA TERRA
- LONDON.
- CÓDIGO DAS RUAS (SPIKE LEE)
- O JARDINEIRO FIEL
- A FAMÍLIA DA NOIVA
- O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN.
- PLANO PERFEITO (SPIKE LEE).
- BUENA VISTA SOCIAL CLUB
- XÁLA (SEMBENE OUSMANE)
- CEDDO (SEMBENE OUSMANE)
- CAMP THYAROY (SEMBENE OUSMANE)
- EMITAI (SEMBENE OUSMANE)
- FILHAS DO VENTO
- TIROS EM RUANDA
- AOS OLHOS DE DEUS
- ESTRADA PARA GLÓRIA.
- DIAMANTE DE SANGUE
- O ÚLTIMO REI DA ESCÓCIA