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quarta-feira, 25 de maio de 2011

África


Missões na África
A África do Sul tem uma população de cinco milhões de brancos, vinte e nove milhões de negros, dois milhões de mulatos e um milhão de asiáticos, o governo e quase todo exclusivamente composto de brancos. A África do Sul foi a nação em que o racismo mais teve influencia na política. Sua antiga constituição incluía artigos de clara segregação racial e discriminação entre os cidadãos conhecidos como leis do “apartheid”.O apartheid atingia a habitação, o emprego, a educação, e os serviços públicos, foi implantada para favorecer a permanência no poder de uma maioria branca, mais a partir de 1990 Frederick de Klerk, sucessor de Pieter Bethor, vendo-se acuado pelas pressões estrangeiras, condena oficialmente o apartheid e liberta líderes políticos entre eles Nelson Mandela.
DADOS PRINCIPAIS:

Nome oficial: República da África do Sul
Nacionalidade: sul-africana.

Data nacional: 27 de abril (Dia da Liberdade).
Capitais: Johanesburgo, Pretória e Cidade do Cabo.
Cidades principais: Cidade do Cabo (854.616), Durban (715.669), Johanesburgo (712.507), Pretória (525.583), Port Elizabeth (303.353) (1991).
Idioma: africâner, inglês, sepédi, sessoto, setsuana (oficiais, entre outros).
Religião: cristianismo 66,4% (independentes reformistas católicos, metodistas, anglicanos, luteranos), hinduísmo 1,3%, islamismo 1,1%, judaísmo 0,2%, sem filiação 1,2%, outras 29,8% (1991).


GEOGRAFIA:


Localização: sul da África. Clima: tropical (maior parte), mediterrâneo extremo sul, árido tropical (NO), de montanha (O).
Área de floresta: 85 mil km2 (1995).

POPULAÇÃO:

Total: 40,4 milhões (2000), sendo grupos étnicos autóctones 70% (zulus 20,5%, chosas 18%, pedis 9%, sotos 7%, tsuanas 6%, tsongas 3,5%, suazis 2%, nedebeles 2%, vendas 2%), europeus 12% (holandeses, alemães, franceses, ingleses), eurafricanos 13%, indianos 3%, outros 2% (1996).
Densidade: 33,03 hab./km2.
População urbana: 53% (1998).
População rural: 47% (1998).
Crescimento demográfico: 1,5% ao ano (1995-2000).
Fecundidade: 3,25 filhos por mulher (1995-2000).
Expectativa de vida M/F: 51,5/58 anos (1995-2000).
Mortalidade infantil: 59 por mil nascimentos (1995-2000).
Analfabetismo: 14,9% (2000).
IDH (0-1): 0,697 (1998).


POLÍTICA:

Forma de governo: República presidencialista.
Divisão administrativa: 9 províncias.
Principais partidos: Congresso Nacional Africano (CNA), Democrata (DP), da Liberdade Inkatha (IFP), Novo Nacional (NNP).
Legislativo: bicameral - Assembléia Nacional, com 350 a 400 membros eleitos por voto direto; Conselho Nacional das Províncias, com 90 membros (6 delegados permanentes e 4 especiais de cada uma das 9 províncias).
Constituição em vigor: 1997.

ECONOMIA:
Moeda: rand.
PIB: US$ 133,5 bilhões (1998).
PIB agropecuária: 4% (1998).
PIB indústria: 32% (1998).
PIB serviços: 64% (1998).
Dores Da África
A dor da Fome...Violência... HIV
A África é o continente mais pobre do planeta. Fome, miséria e violência são os problemas enfrentados pelas autoridades locais. São milhares de pessoas vivendo em condições extremamente precárias, sem ter acesso a alimentação, saúde e educação de qualidade.
Muito se discute sobre a atual situação do continente africano, entretanto, pouca coisa é feita. Em alguns países, a população vive com menos de 1 dólar por dia, ou seja, abaixo da linha da pobreza. Todos os anos, milhares de crianças morrem por causa da falta de alimento e da desnutrição.
A solução para esse problema pode estar mais perto do que a gente pode imaginar. Entretanto, falta boa vontade por parte de alguns governantes que, possuem todos os recursos para dar um fim a esta situação mas, seus interesses acabam falando mais alto.
Ao contrário do que se pensa, a fome não é causada por causa da escassez de alimento, já que a produção total de produtos agrícolas é suficiente para abastecer, com fartura, a humanidade inteira (mais de seis bilhões de pessoas).
O problema, neste caso, acaba sendo a pobreza e a má distribuição de renda. Enquanto muitos recebem altos salários, outros fazem de tudo para ganhar o mínimo de dinheiro. Além disso, boa parte das terras cultiváveis está na mão de uma minoria, que fornece alimentos aos países ricos.
Se isso não bastasse, alguns fazendeiros possuem terras improdutivas, impedindo o desenvolvimento da agricultura familiar. O ideal, neste caso, seria fazer uma reforma agrária, passando o domínio dessas propriedade para quem realmente precisa.
Além da fome, da violência e de todos os problemas que citamos até aqui, a África enfrentar uma verdadeira epidemia de AIDS. Em alguns países do continente africano, mais de 50% da população é portadora do vírus HIV. A falta de conscientização, devido a péssima infra-estrutura do sistema público de saúde, contribui para esta triste realidade.
Na cidade do Cabo cerca de 950 pessoas contaminadas pelo vírus da Aids morreram por dia em 2006 na África do Sul e pelo menos 1,4 mil foram infectadas diariamente e um total de 530 mil novos casos de acordo com o relatório divulgado pela sociedade sul africana de estatística, e pelo conselho médico de pesquisa.
O impacto demográfico do HIV/Aids na África do Sul indicadores de 2006 afirmou também que menores de 15 anos têm 56% de chance de morrer antes do 60 anos. Há 16 anos esse índice era apenas de 29%, hoje a África do Sul só perde para Índia em números de infectados pelo vírus da Aids que afeta 5,5 milhões de pessoas, o que equivale a 11% da população total segundo os cálculos da ONU.

É necessário o empenho de todos para mudar esta situação. Os países ricos devem ajudar e dar a sua contribuição. Quem sabe, assim, a população africana passe a ter melhores condições de vida.
Existe um mito na África do Sul que se algum homem estiver infectado pelo vírus da Aids e tiver relações sexuais com uma jovem virgem este homem ficaria curado, com isso muitas jovens tem sido abusadas sexualmente e tem sido infectadas pelo vírus da Aids, por isso existe um maior número de mulheres infectadas pelo vírus.

As adolescentes e jovens da África do Sul são as mais infectadas pelo vírus da Aids, um fenômeno qualificado hoje por um analista como uma "feminização" da epidemia. Em uma sessão com um comitê parlamentar, o presidente do Conselho de Pesquisa Médica, Tony Mbewu, afirmou que o impacto do HIV na África do Sul tem características distintas a outros países, pela especial incidência existente entre as mulheres.
Segundo os dados de Mbewu, 25% das jovens entre 20 e 24 anos são soropositivas, contra 10% dos homens com a mesma idade. A diferença é maior entre as adolescentes que têm entre 15 e 19 anos: 8% estão infectadas, enquanto a doença atinge 1% dos jovens do sexo masculino na mesma idade. "Por alguma razão, as mulheres na África do Sul costumam ser infectadas antes" que em outras nações, acrescentou o analista, que disse que essa "feminização" do mal começou a partir de 1990.
Por esta e outras razões o ministério Adonart buscou o coração de Deus e se colocou na brecha por esta nação buscando a oportunidade de treinamento e de servir a esta nação.





Donde vem as guerras e pelejas entre vos? Porventura, nao vem disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam?


Atende à voz do meu clamor...















Crianças que não tem forças para ficar em pé e as vezes nem falar! Pois não comem a dias…




Aids mata 950 por dia na África do Sul



Há imagens que ja falam por si! Então não irei comentar estas 2 imagens, creio que não se faz necessário. Acho que todos entenderam.




O que você está fazendo para mudar isso?

Este é o segundo filme da série Impacto Mundial.
Este filme fala sobre os problemas que o continente Áfricano tem enfrentado nos últimos anos.


Slide sobre a realidade na África


Imagens de Camarões da África, povos Pigmeus -





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