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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Feminismo




A subordinação da mulher configura-se como a primeira forma de opressão da história da Humanidade, e as lutas feministas se constituem como contraponto a essa realidade opressora. O feminismo hoje enquanto movimento social propõe-se a travar uma luta ideológica. Questionando padrões, práticas e comportamentos, no que tange o "papel" da mulher na família, trabalho e na sociedade, sem perder de vista a superação do capitalismo (que acentuou historicamente a opressão feminina). Para tanto, faz-se necessário a construção de uma consciência de gênero, raça/etnia e classe rumo a Revolução Feminista e Socialista. Utilizo deste espaço p/ agregar a todas(os), que assim como eu, tenham em seu cotidiano uma ação feminista e queiram debater sobre as suas experiências e quem sabe articularmos uma estratégia de enfrentamento a lógica da opressão/discriminação/exploração, bases para a reprodução do capital e de legitimação da ideologia neoliberal. FEMINISTA COM MUITO ORGULHO!!!

Um comentário:

  1. A expressão “nosso corpo nos pertence” tem sido uma das
    bandeiras centrais do movimento feminista desde os anos 1970.
    Ela expressa a vontade de autonomia das mulheres, de ter desejos e exercê-los sem o controle dos homens de sua família, do
    Estado ou das instituições religiosas. Ela recobre o questionamento à imposição de padrões de beleza, de normas na sexualidade e na reprodução. Aparentemente, a mudança de costumes, a maior presença das mulheres na vida pública e avanços
    tecnológicos como a pílula anticoncepcional teriam feito desta
    bandeira uma realidade. Mas para quantas? E por quanto tempo? Qual a atualidade do debate em relação ao direito das mulheres de decidirem sobre seu corpo?
    O que temos visto nos últimos anos é que as pressões dos homens, das instituições religiosas e do Estado se somam às ofertas e exigências do mercado. O mercado se apropria de elementos tradicionais da construção do gênero feminino, como
    sua identidade relacionada ao outro num movimento permanente de tentar agradá-lo, a maternidade e a prostituição.

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