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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Quais são os símbolos do racismo no Brasil?


Os judeus ortodoxos em Israel fizeram um protesto utilizando o símbolo máximo da humilhação na Segunda Guerra Mundia, a estrela amarela, que indicava os que seriam enviados para os campos de extermínio em protesto contra a mídia.

No Brasil, quais seriam os símbolos máximos da degradação racista a que são submetidos os negros?
A utilização da estrela amarela - que os judeus foram obrigados a carregar durante o regime nazista - na noite de sábado (31) durante um protesto de judeus ultraortodoxos provocou indignação em Israel.
"Condeno da forma mais enérgica este fenômeno de utilização dos símbolos do Holocausto. É inaceitável. Isto prejudica a recordação do Holocausto e os valores fundamentais do judaísmo", declarou Avner Shalev, diretor do Memorial Yad Vashem, dedicado ao estudo e memória do genocídio cometido pelos nazistas.
Centenas de judeus ultraortodoxos, alguns com a estrela amarela, protestaram no sábado à noite no bairro Mea Shearim, em Jerusalém, contra os meios de comunicação que, segundo eles, são hostis a suas ideias, em um clima de tensão entre laicos e religiosos.
Neste domingo, todos os jornais israelenses publicam fotos dos manifestantes, incluindo crianças, com a estrela amarela sobre o uniforme listrado dos deportados para os campos de extermínio nazistas.

Menino judeu ultraortodoxo usa estrela amarela em Mea Shearim, em Jerusalém, neste sábado (31)
"Nós devemos reagir a esta grosseira provocação rompendo as muralhas do gueto que isola os Haridim (literalmente os que 'Temem a Deus') por meio da educação e formação", escreveu Nahum Barnea, principal articulista do "Yediot Aharonot", o principal jornal do país.
"Mas também devemos fixar os limites, reduzindo os subsídios públicos aos institutos talmúdicos e as subvenções familiares", completou, em referência às famílias ortodoxas que não trabalham para dedicar-se ao estudo da Torá.
Shalom Yerushalmi, do jornal "Maariv", também indignado com a manifestação de sábado, afirmou que "nunca antes a luta entre laicos e religiosos havia sido tão degradada".
Fonte: AFP/G1

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