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Enfim assuntos sobre o passado e sobre nosso cotidiano relacionado à História do Brasil e do Mundo.








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domingo, 7 de agosto de 2011

Patrimônio material do Candomblé é tema de aula na Biblioteca Pública

Peças sagradas atualmente se encontram no Museu Afro Brasileiro, mas antes estavam em Museu Criminal

No próximo dia 8 de agosto, às 17h, na Sala Kátia Mattoso da Biblioteca Pública do Estado (Barris), o Professor Ademir Ribeiro Júnior será o próximo convidado do curso Conversando com sua História, do Centro de Memória da Bahia. Na aula será abordada a pesquisa “Patrimônio etnográfico e arqueológico dos terreiros de Candomblé de Salvador” sobre a formação do registro arqueológico afro-brasileiro em espaços sagrados da religiosidade afro-brasileira no Recôncavo Baiano. As inscrições são gratuitas e os participantes receberão certificados.
O tema – Buscando abordar o patrimônio material dos terreiros de Candomblé a partir das coleções museológicas existentes no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e do Museu de Arte da Bahia. O arqueólogo e professor, Ademir Ribeiro Junior, ressalta que a aula irá também destacar a importância das peças sagradas da religião de matriz africana no contexto histórico do negro no Brasil. “Será uma forma de conhecer mais um pouco a história e a importância da arte religiosa africana no Brasil, tendo em vista que a sociedade brasileira ainda é muito preconceituosa quando se fala neste assunto”, contesta. O arqueólogo ainda destacará o tratamento dado às peças sagradas no Museu Antropológico e Criminal Estácio de Lima. “Essas peças sagradas pertencentes ao patrimônio afro-religioso se encontravam juntamente com substancias ilícitas, armas de crimes e aberrações naturais. Depois de muita cobrança do Movimento Negro, atualmente, este acervo se encontra no Museu Afro Brasileiro”, destaca Ademir, referindo-se à iniciativa do Governo do Estado, através da Secretaria de Promoção da Igualdade, que em 2010, retirou o acervo da propriedade do Instituto Médio Legal Nina Rodrigues, onde se encontrava.
Currículo - Arqueólogo da Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN), em Sergipe, Ademir Ribeiro Júnior é também Professor da Faculdade São Bento da Bahia. Possui mestrado em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo MAE-USP (2008). É bacharel em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (2004) e licenciado em História pela Faculdade de Educação da USP (2005). Ele atua na gestão do patrimônio arqueológico e pesquisa a formação do registro arqueológico afro-brasileiro em sítios devocionais subaquáticos associados aos terreiros de candomblé do Recôncavo Baiano.
O próximo encontro do Curso Conversando com sua História acontecerá no dia 16 de agosto e terá como tema, “Casamento, cabaço e cabeceira: os imaginários de gênero e da honra na Bahia dos Oitocentos”, ministrado pela Professor Joel Nolasco Queiroz de C. e Silva. As inscrições podem ser feitas diariamente, das 9h às 17h, pelo telefone 3117- 6067 ou através do email: cmb.fpc.ba.gov.br

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Assessoria de Comunicação
Fundação Pedro Calmon – SecultBA
(71) 3116-6918/ 6919/ 6676
ascom.fpc@fpc.ba.gov.br
http://www.fpc.ba.gov.br
http://twitter.com/fpedrocalmon
www.cultura.ba.gov.br
http://plugcultura.wordpress.com

AGOSTO NEGRO CONEN - ANO III


AGOSTO NEGRO CONEN - ANO III


A COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS – CONEN, estará realizando neste mês sua programação anual deste período, onde destacará os principais fatos históricos da Historia do Povo Negro do mês de agosto.


Esta programação estará concentrada em cinco principais eventos:


O Primeiro deles será o SEMINÁRIO “A CIDADE DE CACHOEIRA E A IRMANDADE DA BOA MORTE : REFERÊNCIAS HISTÓRICAS NEGRAS” a realizar-se no dia 11 / agosto / 2011 (quinta – feira) das 18:00 hs às 21:00 hs no CONSELHO DE CULTURA DO ESTADO DA BAHIA localizado na Avenida Sete de Setembro ao lado da Casa da Itália e do Palácio da Aclamação ( Passeio Público / próximo ao Campo Grande).


O Segundo se constituirá em uma AULA PÚBLICA E ATO EM HOMENAGEM A REVOLTA DOS BÚZIOS no dia 12 / agosto / 2011 (sexta – feira) na PRAÇA DA PIEDADE iniciando às 14:00 hs, com a seguinte programação:


14:00 às 15:00 Recital de Poesias

15:00 hs às 15:30 hs Aula Sobre a Revolta dos Búzios

15:30 às 15:45 Colocação de Corbelha de Flores nos Bustos dos Heróis

15:45 às 16:00 Leitura Coletiva do Manifesto Histórico da Revolta

16:00 às 16:30 Aula Sobre a Revolta dos Búzios

16:30 às 17:00 Perguntas e Interação Sobre o Tema

17:00 às 18:00 Apresentações de Hip Hop

18:00 às 18:30 Pronunciamentos Finais – Encerramento.


O Terceiro evento será a realização da EXCURSÃO HIST´RICO CULTURAL FESTA DA BOA MORTE, partindo de Salvador no dia 15/agosto/2011 (segunda – feira) às 06:00 DO CAMPO GRANDE (ao lado do Hotel da Bahia) com destino a Cidade de Cachoeira – Bahia, retornado às 17:30.

O valor de contribuição é de R$ 40,00 (trinta e cinco reais ) individual e casadinha R$ 70,00 (sessenta reais).

No Quarto evento ocorrerá uma HOMENAGEM AO FALECIDO MARCUS GARVEY PENSADOR JAMAICANO E PAN-AFRICANISTA no dia 20 / agosto / 2011 (sábado), começando às 14:00 horas com a “Palestra Sobre Marcus Garvey” e às 16:00 horas outra “Palestra Sobre Pan-africanismo: Passado, Presente e Desafios Futuros”, o local será nas instalações do CDCN – CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE NEGRA - Rua do Passo nº 42 - Carmo – Pelourinho - Centro Histórico ( Rua localizada em frente a Casa do Benin ).


O encerramento acontecerá no mesmo dia às 19:00 horas com o SHOW HIP-HOP NO PELÔ na PRAÇA TEREZA BATISTA (PELOURINHO).


AGOSTO NEGRO CONEN - ANO III

COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS - CONEN

CONEN: AULA PÚBLICA (REVOLTA DOS BÚZIOS)


CONEN (COORDENAÇÃO NACIONAL DE ENTIDADES NEGRAS) CONVIDA:
ATO E AULA PÚBLICA REVOLTA DOS BÚZIOS - 12 DE AGOSTO 14hs


213 ANOS DE UMA HISTÓRIA DA IGUALDADE NO BRASIL

Bandeira da Conjuração dos Búzios

A segunda metade do século XVIII é marcada por profundas transformações na história, que assinalam a crise do Antigo Regime europeu e de seu desdobramento na América, o Antigo Sistema Colonial. No Brasil, os princípios iluministas e a independência dos Estados Unidos, já tinham influenciado a Inconfidência Mineira em 1789. Os ideais de liberdade e igualdade se contrastavam com a precária condição de vida do povo, sendo que, a elevada carga tributária e a escassez de alimentos, tornavam ainda mais grave o quadro sócio-econômico do Brasil. Este contexto será responsável por uma série de motins e ações extremadas dos setores mais pobres da população baiana, que em 1797 promoveu vários saques em estabelecimentos comerciais por-tugueses de Salvador. Nessa conjuntura de crise, foi fundada em Salvador a “Academia dos Renascidos”, uma associação literária que discutia os ideais do iluminismo e os problemas sociais que afetavam a população. Essa associação tinha sido criada pela loja maçônica “Cavaleiros da Luz”, da qual participavam nomes ilustres da região, como o doutor Cipriano Barata e o professor Francisco Muniz Barreto, entre outros. A conspiração para o movimento, surgiu com as discussões promovidas por esta Academia e contou com a participação de pequenos comerciantes, soldados, artesãos, alfaiates, negros libertos e mulatos, caracterizando-se assim, como um dos primeiros movimentos populares da História do Brasil. As inflamadas discussões na “Academia dos Renascidos” resultarão na Conjuração Baiana em 1798. A participação popular e o objetivo de emancipar a colônia e abolir a escravidão, marcam uma diferença qualitativa desse movimento em relação à Inconfidência Mineira, que marcada por uma composição social mais elitista, não se posicionou formalmente em relação ao escravismo. O movimento revolucionário baiano de 1798, mais conhecido como a Revolta dos Alfaiates ou Revolta dos Búzios, é um dos mais amplos, do ponto de vista político, econômico e social ocorridos no Brasil-Colônia. Segundo os historiadores Tavares (1999) e István (1975), até o final do século XVIII, nenhum movimento político no Brasil possuíra um programa tão amplo, com penetração tão profunda nas classes e camadas sociais, quanto este.

Dia 12 - Aula Pública em homenagem aos Heróis do Brasil. João de Deus, Lucas Dantas, Manuel Faustino, Luiz Gonzaga das Virgens. 14:00 hs. Piedade.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Por quê ALI KAMEL (diretor executivo da rede Globo) é tão interessado no que é ensinado nas escolas brasileiras?



Por Ali Kamel

Não vou importunar o leitor com teorias sobre Gramsci, hegemonia, nada disso. Ao fim da leitura, tenho certeza de que todos vão entender o que se está fazendo com as nossas crianças e com que objetivo. O psicanalista Francisco Daudt me fez chegar às mãos o livro didático "Nova História Crítica, 8ª série" distribuído gratuitamente pelo MEC a 750 mil alunos da rede pública. O que ele leu ali é de dar medo. Apenas uma tentativa de fazer nossas crianças acreditarem que o capitalismo é mau e que a solução de todos os problemas é o socialismo, que só fracassou até aqui por culpa de burocratas autoritários. Impossível contar tudo o que há no livro. Por isso, cito apenas alguns trechos.
Sobre o que é hoje o capitalismo: "Terras, minas e empresas são propriedade privada. As decisões econômicas são tomadas pela burguesia, que busca o lucro pessoal. Para ampliar as vendas no mercado consumidor, há um esforço em fazer produtos modernos. Grandes diferenças sociais: a burguesia recebe muito mais do que o proletariado. O capitalismo funciona tanto com liberdades como em regimes autoritários."
Sobre o ideal marxista: "Terras, minas e empresas pertencem à coletividade. As decisões econômicas são tomadas democraticamente pelo povo trabalhador, visando o (sic) bem-estar social. Os produtores são os próprios consumidores, por isso tudo é feito com honestidade para agradar à (sic) toda a população. Não há mais ricos, e as diferenças sociais são pequenas. Amplas liberdades democráticas para os trabalhadores."
Sobre Mao Tse-tung: "Foi um grande estadista e comandante militar. Escreveu livros sobre política, filosofia e economia. Praticou esportes até a velhice. Amou inúmeras mulheres e por elas foi correspondido. Para muitos chineses, Mao é ainda um grande herói. Mas para os chineses anticomunistas, não passou de um ditador."
Sobre a Revolução Cultural Chinesa: "Foi uma experiência socialista muito original. As novas propostas eram discutidas animadamente. Grandes cartazes murais, os dazibaos, abriam espaço para o povo manifestar seus pensamentos e suas críticas. Velhos administradores foram substituídos por rapazes cheios de idéias novas. Em todos os cantos, se falava da luta contra os quatro velhos: velhos hábitos, velhas culturas, velhas idéias, velhos costumes. (...) No início, o presidente Mao Tse-tung foi o grande incentivador da mobilização da juventude a favor da Revolução Cultural. (...) Milhões de jovens formavam a Guarda Vermelha, militantes totalmente dedicados à luta pelas mudanças. (...) Seus militantes invadiam fábricas, prefeituras e sedes do PC para prender dirigentes "politicamente esclerosados". (...) A Guarda Vermelha obrigou os burocratas a desfilar pelas ruas das cidades com cartazes pregados nas costas com dizeres do tipo: "Fui um burocrata mais preocupado com o meu cargo do que com o bem-estar do povo." As pessoas riam, jogavam objetos e até cuspiam. A Revolução Cultural entusiasmava e assustava ao mesmo tempo."
Sobre a Revolução Cubana e o paredão: "A reforma agrária, o confisco dos bens de empresas norte-americanas e o fuzilamento de torturadores do exército de Fulgêncio Batista tiveram inegável apoio popular."
Sobre as primeiras medidas de Fidel: "O governo decretou que os aluguéis deveriam ser reduzidos em 50%, os livros escolares e os remédios, em 25%." Essas medidas eram justificadas assim: "Ninguém possui o direito de enriquecer com as necessidades vitais do povo de ter moradia, educação e saúde."
Sobre o futuro de Cuba, após as dificuldades enfrentadas, segundo o livro, pela oposição implacável dos EUA e o fim da ajuda da URSS: "Uma parte significativa da população cubana guarda a esperança de que se Fidel Castro sair do governo e o país voltar a ser capitalista, haverá muitos investimentos dos EUA. (...) Mas existe (sic) também as possibilidades de Cuba voltar a ter favelas e crianças abandonadas, como no tempo de Fulgêncio Batista. Quem pode saber?"
Sobre os motivos da derrocada da URSS: "É claro que a população soviética não estava passando forme. O desenvolvimento econômico e a boa distribuição de renda garantiam o lar e o jantar para cada cidadão. Não existia inflação nem desemprego. Todo ensino era gratuito e muitos filhos de operários e camponeses conseguiam cursar as melhores faculdades. (...) Medicina gratuita, aluguel que custava o preço de três maços de cigarro, grandes cidades sem crianças abandonadas nem favelas... Para nós, do Terceiro Mundo, quase um sonho não é verdade? Acontecia que o povo da segunda potência mundial não queria só melhores bens de consumo. Principalmente a intelligentsia (os profissionais com curso superior) tinham (sic) inveja da classe média dos países desenvolvidos (...) Queriam ter dois ou três carros importados na garagem de um casarão, freqüentar bons restaurantes, comprar aparelhagens eletrônicas sofisticadas, roupas de marcas famosas, jóias. (...) Karl Marx não pensava que o socialismo pudesse se desenvolver num único país, menos ainda numa nação atrasada e pobre como a Rússia tzarista. (...) Fica então uma velha pergunta: e se a revolução tivesse estourado num país desenvolvido como os EUA e a Alemanha? Teria fracassado também?"
Esses são apenas alguns poucos exemplos. Há muito mais. De que forma nossas crianças poderão saber que Mao foi um assassino frio de multidões? Que a Revolução Cultural foi uma das maiores insanidades que o mundo presenciou, levando à morte de milhões? Que Cuba é responsável pelos seus fracassos e que o paredão levou à morte, em julgamentos sumários, não torturadores, mas milhares de oponentes do novo regime? E que a URSS não desabou por sentimentos de inveja, mas porque o socialismo real, uma ditadura que esmaga o indivíduo, provou-se não um sonho, mas apenas um pesadelo?
Nossas crianças estão sendo enganadas, a cabeça delas vem sendo trabalhada, e o efeito disso será sentido em poucos anos. É isso o que deseja o MEC? Se não for, algo precisa ser feito, pelo ministério, pelo Congresso, por alguém.

(O Globo, 18/09/2007)

A Rede Globo quis proibir a veiculação do livro "NOVA HISTÓRIA CRÍTICA" nas escolas... Por que?


Por Mario Schmidt - autor do livro "Nova História Crítica"

Nova História Crítica da Editora Nova Geração não é o único nem o primeiro livro didático brasileiro que questiona a permanência de estruturas injustas e que enfoca os conflitos sociais em nossa história. Entretanto, é com orgulho que constatamos que nenhuma outra obra havia provocado reação tão direta e tão agressiva de uma das maiores empresas privadas de comunicação do país.

Compreendemos que o sr. Ali Kamel, que ocupa cargo executivo de destaque nas Organizações Globo, possa ter restrições às posturas críticas de nossa obra. Compreendemos até que ele possa querer os livros didáticos que façam crer "que socialismo é mau e a solução para tudo é o capitalismo". Certamente, nossas visões políticas diferem das visões do sr. Ali Kamel e dos proprietários da empresa que o contratou. O que não aceitamos é que, em nome da defesa da liberdade individual, ele aparentemente sugira a abolição dessas liberdades.

Não publicamos livros para fazer crer nisso ou naquilo, mas para despertar nos estudantes a capacidade crítica de ver além das aparências e de levar em conta múltiplos aspectos da realidade. Nosso grande ideal não é o de Stálin ou de Mao-Tsé Tung, mas o de Kant: que os indivíduos possam pensar por conta própria, sem serem guiados por outros.

Assim, em primeiro lugar exigimos respeito. Nós jamais acusaríamos o sr. Kamel de ser racista apenas porque tentou argumentar racionalmente contra o sistema de cotas nas universidades brasileiras. E por isso mesmo estranhamos que ele, no seu inegável direito de questionar obras didáticas que não façam elogios irrestritos à isenção do Jornal Nacional, tenha precisado editar passagens de modo a apresentar Nova História Crítica como ridículo manual de catecismo marxista.

Selecionar trechos e isolá-los do contexto talvez fosse técnica de manipulação ultrapassada, restrita aos tempos das edições dos debates presidenciais na tevê. Mas o artigo do sr. Ali Kamel parece reavivar esse procedimento. Ele escolheu os trechos que revelariam as supostas inclinações stalinistas ou maoístas do autor de Nova História Crítica.

Por exemplo, omitiu partes como estas: "A URSS era uma ditadura. O Partido Comunista tomava todas as decisões importantes. As eleições eram apenas uma encenação (...). Quem criticasse o governo ia para a prisão. (...) Em vez da eficácia econômica havia mesmo era uma administração confusa e lenta. (...) Milhares e milhares de indivíduos foram enviados a campos de trabalho forçado na Sibéria, os terríveis Gulags. Muita gente foi torturada até a morte pelos guardas stalinistas..." (pp. 63-65)

Ali Kamel perguntou por onde seria possível as crianças saberem das insanidades da Revolução chinesa. Ora, bastaria ter encontrado trechos como estes: "O Grande Salto para a Frente tinha fracassado. O resultado foi uma terrível epidemia de fome que dizimou milhares de pessoas. (...) Mao (...) agiu de forma parecida com Stálin, perseguindo os opositores e utilizando recursos de propaganda para criar a imagem oficial de que era infalível." (p. 191) "Ouvir uma fita com rock ocidental podia levar alguém a freqüentar um campo de reeducação política. (...) Nas universidades, as vagas eram reservadas para os que demonstravam maior desempenho nas lutas políticas. (...) Antigos dirigentes eram arrancados do poder e humilhados por multidões de adolescentes que consideravam o fato de a pessoa ter 60 ou 70 anos ser suficiente para ela não ter nada a acrescentar ao país..." (p. 247)

Os livros didáticos adquiridos pelo MEC são escolhidos apenas pelos professores das escolas públicas. Não há interferência alguma de funcionários do Ministério.

O sr. Ali Kamel tem o direito de não gostar de certos livros didáticos. Mas por que ele julga que sua capacidade de escolha deveria prevalecer sobre a de dezenas de milhares de professores? Seria ele mais capacitado para reconhecer obras didáticas de valor? E, se os milhares de professores que fazem a escolha, escolhem errado (conforme os critérios do sr. Ali Kamel), o que o MEC deveria fazer com esses professores? Demiti-los? Obrigá-los a adotar os livros preferidos pelas Organizações Globo? Internar os professores da rede pública em Gulags, campos de reeducação ideológica forçada para professores com simpatia pela esquerda política? Ou agir como em 1964?

Mario Schmidt e a Editora Nova Geração respondem ao artigo do jornalista Ali Kamel no jornal O Globo de 18 de setembro de 2007 sobre o volume de 8a série da obra Nova História Crítica.

Aprender cedo um segundo idioma desenvolve o cérebro

O domínio de um segundo idioma desenvolve e potencia a parte do cérebro ligada à fluência verbal, e com especial incidência nas crianças, segundo um estudo publicado pela revista científica britânica Nature. A pesquisa, chefiada pela médica Andrea Mechelli, da University College London, foi realizada com 25 destros britânicos que falavam somente inglês e o mesmo número de indivíduos bilíngües, que tinham aprendido outro idioma europeu antes dos 5 anos. Também participaram da pesquisa 33 pessoas bilíngües “tardias”, que aprenderam o segundo idioma entre os 10 e 15 anos e o praticaram com regularidade durante os últimos cinco.
A tomografia revelou que a densidade de material cinzento – responsável por processar a informação – era maior nos bilíngües que naqueles sem o conhecimento de um segundo idioma. Além disso, os cientistas destacam que as crianças que aprendem a língua estrangeira antes dos 5 anos desenvolvem seu cérebro em maior medida. Aprender um outro idioma após os 35 anos também altera o cérebro, mas a mudança não é tão acentuada quanto nos aprendizes precoces. Ou seja, quanto mais tarde se aprende uma nova língua, menor é o desenvolvimento cerebral.
“Isso reforça a idéia de que é melhor aprender cedo do que tarde, porque o cérebro é mais capaz de ajustar ou acomodar novos idiomas mudando sua estrutura”, disse Andrea. “Esta habilidade do cérebro diminui com o tempo.”
Os cientistas não sabem se a alteração no cérebro dos bilíngües significa um aumento no número de neurônios, no seu tamanho ou nas conexões entre eles. O estudo conclui que não existe predisposição genética para potenciar o material cinzento. A experiência é a responsável por esse desenvolvimento. (EFE e Reuters)

Fonte: O Estado de São Paulo

HISTÓRIA: Como foi criada a Lei Maria da Penha?

feministas2Em 2002, as Organizações Não-Governamentais Feministas Advocacy, Agende, Themis, Cladem/Ipê, Cepia e Cfemea, reuniram-se sob a forma de consórcio para elaborar um anteprojeto de lei para combater à violência doméstica e familiar contra a mulher.



Em março de 2004, tal anteprojeto foi apresentado à Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República – SPM, que instituiu Grupo de Trabalho Interministerial para elaborar um Projeto de Lei versando sobre mecanismos de combate e prevenção à violência doméstica contra as mulheres (Decreto 5.030, de 31 de março de 2004).

Após consultar representantes da sociedade civil, operadores do direito e servidores da segurança pública e demais representantes de entidades envolvidas na temática, por meio de debates e seminários, o Poder Executivo encaminhou ao Congresso Nacional o Projeto de Lei sob o nº 4.559/2004. Na Câmara dos Deputados o projeto original foi alterado por meio de resultado de amplo debate, através de audiências públicas realizadas em todo o país.

O substitutivo foi aprovado nas duas casas legislativas e culminou na Lei 11.340, sancionada pelo Presidente da República e publicada em 7 de agosto de 2006, denominada Lei “Maria da Penha”.

A Lei Maria da Penha incorporou o avanço legislativo internacional e se transformou no principal instrumento legal de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher no Brasil, tornando efetivo o dispositivo constitucional que impõe ao Estado assegurar a "assistência à família, na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência, no âmbito de suas relações” (art. 226, § 8º, da Constituição Federal).

Fonte: Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM

Aprenda brincando...


Quanto mais antigo, mais fundo está o artefato. Ajude o arqueólogo a encontrar essas peças perdidas no tempo!

África

O PENSADOR

A escultura designada O Pensador é uma das mais belas estatuetas de origem tchokwe, constituindo hoje um referencial da cultura inerente a todos angolanos, visto tratar-se do símbolo da cultura nacional. Ela representa a figura de um ancião que pode ser uma mulher ou um homem. Concebida simetricamente, com a face ligeiramente inclinada para baixo, exprime um subjectivismo intencional porque, em Angola, os idosos ocupam um estatuto privilegiado. Os mais velhos representam a sabedoria, a experiência de longos anos e o conhecimento dos segredos da vida.

Conta-se que O Pensador tem a seguinte origem: No nordeste de Angola existe o cesto de adivinhação, o ngombo, e o adivinhador usa pequenas figuras, esculpidas em madeira, as quais irão determinar a sorte do consulente. Curiosamente, foram estas figurinhas que vieram a inspirar a famosa figura nacional d’ O Pensador.
Essa imagem é, hoje, uma figura emblemática de Angola, que aparece inclusive na filigrana das notas de kwanza, a moeda nacional. É considerada uma obra de arte nativa fidedignamente angolana. À semelhança de qualquer figura emblemática de um povo — como, por exemplo, o "Zé Povinho" em Portugal, o "John Bull" na Inglaterra ou o "Tio Sam" nos Estados Unidos —, o Pensador tem origem numa "tradição inventada" ou "convencionada".
As primeiras figuras d’ O Pensador foram esculpidas nas oficinas do Museu do Dundo, ao final da década de 40 do século XX. Em 1947, por iniciativa da Diamang, a então Companhia dos Diamantes da Lunda, foi criado na povoação do Dundo um museu de arte tradicional e de colecções arqueológicas e etnográficas. Funcionários da empresa, na maioria belgas e portugueses, contrataram artesãos locais e os incentivaram a esculpir na madeira, ou a modelar no barro, figuras que fossem genuinamente angolanas mas, ao mesmo tempo, que suas formas se aproximassem de uma estética que julgavam ser mais convencional no sentido ocidental.
Hoje, pode-se adquirir estatuetas d’ O Pensador em galerias, lojas e feiras de artesanato, em diferentes dimensões e materiais, como lembrança de Angola.

PALANCA NEGRA GIGANTE

A Palanca Negra Gigante (Hippotragus niger, var.) é o mais belo antílope africano. Valoriza-o, ainda mais, além da beleza das formas, o facto de só existir em Angola, e em número escasso, pois a espécie está classificada como em grave perigo de extinção (IUCN, 1996). Sua caça é rigorosamente proibida, como medida de protecção.

Estes belíssimos animais viviam em pequenas manadas de seis a doze indivíduos, frequentando as orlas e o interior de matas abertas, próximas da água e dos prados. Mas era frequente vê-los isolados ou em casais.

A palavra Hippotragus deriva da aglutinação dos termos gregos latinizadas "hippo" (que significa cavalo) e tragus (que significa bode ou antílope). Ainda que nada tenha a ver com qualquer perissodáctilo (família dos cavalos), este antílope possui uma cauda longa e cheia, uma cimeira erecta, orelhas longas e pontiagudas e um pescoço largo e quase vertical, que fazem lembrar, efectivamente, o perfil de um equídeo.
Uma manada de palancas negras, nas orlas das matas que frequentam, é dos mais belos quadros que se pode admirar em Angola, contudo, isso hoje é quase impossível, a não ser em fotografias ou pinturas. Depois de 20 anos sem ser vista, a palanca negra gigante foi redescoberta em 2005, no Kuando Kubango.
No passado, os cornos da palanca negra eram utilizados como ornamento decorativo. Extraordinariamente longos e robustos, chegam a atingir mais de um metro e meio de comprimento, formando, cada um, uma semi-circunferência pela sua curvatura.
Actualmente, os jogadores da selecção angolana de futebol são conhecidos como “os palancas negras”.

WELWITSCHIA

Welwitschia é um género de plantas suculentas, consistindo numa única espécie, a famosa Welwitschia mirabilis, só encontrada no deserto ao sul de Angola. Esta espécie foi baptizada a partir do nome do Dr. Friedrich Welwitsch, que contribuiu para o conhecimento desta e de muitas outras plantas de Angola. Devido às suas características únicas, incluindo o seu lento crescimento, a Welwitschia é considerada uma espécie ameaçada e tornou-se um símbolo da cultura nacional pela sua resistência e longevidade.

É uma planta rasteira, formada por um caule lenhoso que não cresce, uma enorme raiz aprumada e duas folhas apenas, provenientes dos cotilédones da semente. As folhas, em forma de fita larga, continuam a crescer durante toda a vida da planta, uma vez que possuem meristemas basais. Com o tempo, as folhas podem atingir mais de dois metros de comprimento e tornam-se esfarrapadas nas extremidades. É difícil avaliar a idade que estas plantas atingem, mas pensa-se que possam viver mais de 1.000 anos.
A Welwitschia mirabilis é uma planta dióica, ou seja, os cones masculinos e femininos nascem em plantas diferentes. Tradicionalmente, esta espécie foi classificada como uma gimnospérmica (como os pinheiros e plantas semelhantes), mas actualmente é classificada como uma gnetófita, uma divisão das plantas verdes que produzem sementes (espermatófitas).
Apesar do clima em que vive, a Welwitschia consegue absorver a água do orvalho, através das folhas. Esta espécie tem ainda uma característica fisiológica em comum com as crassuláceas (as plantas com folhas carnudas ou suculentas, como os cactos): o metabolismo ácido - durante o dia, as folhas mantêm os estomas fechados, para impedir a transpiração, mas à noite eles abrem-se, deixam entrar o dióxido de carbono necessário à fotossíntese e armazenam-no, na forma dos ácidos málico e isocítrico nos vacúolos das suas células; durante o dia, estes ácidos libertam o CO2 e convertem-no em glicose, através das reacções conhecidas como ciclo de Calvin.
A maior Welwitschia conhecida, apelidada de "A grande Welwitschia", mede 1.4 m de altura e mais de 4 m de diâmetro.

IMBONDEIRO (BAOBÁ)

Árvore de grande porte oriunda da floresta angolana do Mayombe. Esse colosso vegetal pode atingir trinta metros de altura e possui a capacidade de armazenar, em seu caule gigante, até 120.000 litros de água. Por tal razão, é denominada, também, de "árvore garrafa". O imbondeiro é considerado como sagrado, inspirando poesias, ritos e lendas. Segundo uma antiga lenda africana, por exemplo, uma vez que um morto seja sepultado dentro de um baobá, a sua alma irá viver enquanto a planta existir. Curiosamente, essa árvore tem uma vida muito longa - entre um e seis mil anos. Só a sequóia e o cedro japonês podem competir com a longevidade do baobá. Cabe salientar que essa planta foi amplamente divulgada no século XX, através da obra O Pequeno Príncipe, do escritor francês Antoine de Saint-Éxupery.

Seu nome científico é Adansonia digitata, mas é também conhecida como Baobá Africano. O imbondeiro possui um tronco muito espesso na base, chegando a atingir até nove metros de diâmetro. O seu tronco vai-se estreitando em forma de cone e apresenta grandes protuberâncias. As folhas brotam entre os meses de julho e janeiro mas, se a árvore conseguir ficar umedecida, elas podem se manter durante todo o ano. Em geral, o baobá floresce durante uma única noite, apenas, no período de maio a agosto. Durante as poucas horas da abertura das flores, os consumidores de néctares noturnos - particularmente os morcegos -, procuram assegurar a polinização da planta.
Tudo no imbondeiro serve para a sobrevivência do ser humano. Vale ressaltar que essa árvore também se constitui em uma fonte preciosa de medicamentos. Suas folhas são ricas em cálcio, ferro, proteínas e lipídios, para além de serem usadas como um poderoso anti-diarréico e para combater febres e inflamações. Um pó feito de folhas secas vem sendo utilizado para combater a anemia, o raquitismo, a disenteria, o reumatismo, a asma, e é usado, ainda, como um tônico.
Seu fruto é denominado múcua. A casca desse fruto, em forma de conchas, é utilizada pelas pessoas como tigelas. A polpa e a fibra de seus frutos são capazes de combater a diarréia, a disenteria, o sarampo e a catapora. O cerne da fruta combate a febre e inflamações no tubo digestivo; e suas sementes estão repletas de óleo vegetal, podendo ser assadas e consumidas. As raízes das mudas jovens do baobá, quando são devidamente cozinhadas, podem servir como alimento da mesma maneira que os aspargos.
Derrubar um imbondeiro é um sacrilégio em Angola. No que diz respeito à construção e carpintaria, ele só é utilizado quando não há um outro material mais adequado. Sua madeira serve para a construção de instrumentos musicais e o seu cerne rende uma fibra forte usada na fabricação de cordas e linhas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Letra cursiva: quando ensinar?



Esta semana foi publicada no G1 uma reportagem dizendo que nos EUA começaram a abolir o ensino da letra cursiva. Leia na íntegra aqui .


Alguns estados americanos avaliaram que o mais importante é se concentrar no aprendizado das letras bastão (de forma). Aqui no Brasil, dentro da proposta construtivista, utilizamos a letra bastão para alfabetizar, pois ela é de fácil visualização e não exige movimentos mais complexos na hora da escrita. Segundo ferreiro, (apud nova escola, 1996, p. 11) começar a alfabetização com letra bastão é uma tentativa de respeitar a seqüência do desenvolvimento visual e motor da criança.
"O argumento dos defensores desta lei, que provocou polêmica nos Estados Unidos nas últimas semanas, é de que hoje as crianças praticamente não necessitam mais escrever as letras com caneta ou lápis no papel. Seria mais importante elas aprenderem a digitar mais rapidamente, já que quase toda a comunicação acontece por meio de letras de forma nos celulares e computadores." A criança moderna, que tem acesso a todo tipo de mídia, que lê e escreve no computador, precisa de conteúdos mais instigantes do que simples treinos de caligrafia. A sociedade já não exige mais que a pessoa tenha uma boa letra para escrever textos, já que tudo é feito no computador!
"As escolas devem decidir se pretendem ensinar letra cursiva, mas recomendamos que deixem de ensinar e se foquem em áreas mais importantes. Também seria desnecessário encomendar apostilas que ensinem letra cursiva", diz um memorando do Departamento de Educação de Indiana. "-Quanto tempo se perde na Educação Infantil com atividades de cobrir pontilhados, com cadernos de caligrafia que acabam estressando a criança e fazendo-a perder o estímulo de frequentar a escola!

"Esses Estados, assim como outros 40, integram o Common Core Stated Standards Initiativa (Iniciativa para um Padrão Comum de Currículo), responsável por tentar padronizar o ensino básico nos Estados Unidos. O grupo defende abertamente o fim do ensino da letra cursiva.No Brasil, principalmente na última década, há uma nova metodologia no ensino da letra cursiva, mas não seu abandono nas escolas. "Não conheço escola que não a utilize mais", afirma Fernanda Gimenes, diretoria pedagógica da área de português do colégio bilíngue Playpen. "Ela perdeu a prioridade. Antes, o aluno era alfabetizado na cursiva. Hoje, mais do que ensinar uma técnica, queremos desenvolver as habilidades de leitura e escrita."

Separar o aprendizado da cursiva como requisito para que uma criança seja considerada alfabetizada é uma conquista recente, praticamente da última década. "Vemos como uma evolução, não uma condição", diz Esther Carvalho, diretora-geral do Colégio Rio Branco. Mesmo que o aluno opte pela letra bastão no futuro, o aprendizado da cursiva, segundo Esther, é fundamental para desenvolver a coordenação motora fina. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Não concordo que a escrita cursiva é fundamental para desenvolver a coordenação motora fina, existe uma série de atividades muito mais divertidas que estimulam a coordenação: brincar com massinha, cortar e recortar papel, desenhar e colorir. Utilizar o mouse no computador, fazer atividades utilizando o paint, tudo isso trabalha a coordenação motora fina!Segundo Saad Ellovitch, neuropediatra do Hospital Samaritano de São Paulo, o desenvolvimento da coordenação motora fina não está estritamente relacionado à escrita cursiva, mas também ao uso das mãos em movimentos sutis. “O cérebro se adapta às necessidades do corpo. Você pode desenvolver a motricidade fina, ou seja, a capacidade de execução de movimentos pequenos e delicados, com outras atividades, como por exemplo, o desenho”, afirma a especialista. O corpo é capaz de se adaptar assim às novas condições impostas pelo desenvolvimento humano.


Quero deixar bem claro que não sou contra o ensino da letra cursiva, só acho um absurdo escolas que fazem questão que a criança recém alfabetizada tenha uma letra perfeita e cobram o aprendizado da letra cursiva dos professores da Educação Infantil. Sempre digo que não vou perder o tempo precioso em sala de aula fazendo pontilhados para a criança cobrir. Alguns alunos fazem o próprio nome com a letra cursiva, eles tiveram interesse, começaram a tentar escrever seu nome "de mãozinha dada" (como eles chamam a letra cursiva) e eu achei melhor ensinar a forma correta, tudo naturalmente, sem cobranças e aceitando cada tentativa de aprendizagem!
A criança na Educação Infantil tem que brincar muito, desenhar, criar e recriar, precisa ter a sua curioisidade estimulada através de projetos!

Fiquem atentos às escolas que cobram letra redondinha, que mandam 3 folhas de tarefas e entopem as crianças de conteúdo na Educação Infantil! Informem-se, conheçam os Parâmetros Curriculares da Educação Infantil e veja quais são as necessidades das crianças nessa fase!